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| .ba |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço na Bósnia-Herzegovina. |
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| .bak |
Um arquivo auxiliar, criado automaticamente ou através de um comando específico, que contém a segunda versão mais recente do arquivo principal e possui o mesmo nome, porém com a extensão .bak. Ver também backup. |
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| .bat |
A extensão de arquivo que identifica um arquivo de programa batch. No MS-DOS, os arquivos .bat são arquivos executáveis que contêm chamadas para outros arquivos de programa. Ver também batch file (arquivo batch, arquivo em lote). |
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| .bb |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Barbados.
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| .bc.ca |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Colúmbia Britânica, no Canadá.
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| .bd |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Bangladesh.
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| .be |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Bélgica.
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| .bg |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço na Bulgária.
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| .bh |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço em Barein.
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| .bin |
Uma extensão para arquivos codificados com MacBinary. Ver também MacBinary.
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| .bj |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço no Benin.
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| .bm |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço nas Bermudas.
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| .bmp |
A extensão de arquivo que identifica gráficos de varredura armazenados em um formato de arquivo de mapa de bits. Ver também bit map (mapa de bits).
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| .bn |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço em Brunei.
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| .bo |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço na Bolívia.
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| .br |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço no Brasil.
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| .bs |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço nas Bahamas.
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| .bt |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço no Butão.
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| .bw |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço em Botsuana.
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| .bz |
Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço em Belize.
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| B |
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| B-tree árvore B |
Uma estrutura de árvore particularmente adequada ao armazenamento de índices da bancos de dados. Cada bloco da árvore contém uma lista ordenada dos valores-chave e enlaces que correspondem a faixas de valores-chave entre os valores listados. Para localizar um determinado registro de dados dado o seu valor-chave, o programa lê o primeiro nó, ou raiz, do disco, e compara a chave desejada com as chaves do bloco para selecionar uma subfaixa de valores-chave a pesquisar. O programa repete esse processo com o bloco indicado pelo enlace correspondente. No nível mais baixo, os enlaces indicam os registros de dados. O sistema de banco de dados pode descer os níveis da estrutura da árvore para encontrar os índices simples que contenham a localização dos registros ou linhas desejadas.
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| B: |
1. Identificador de uma segunda unidade de disco flexível no MS-DOS e em outros sistemas operacionais. 2. Identificador para uma única unidade de disco quando utilizada como unidade secundária.
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| b1 |
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| b2 |
1. Abreviatura de bit. 2. Abreviatura de baud.
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| B2B |
Sigla fonética, em inglês,
de Business to Business. Indica
relações comerciais
entre empresas. Opõe-se
a B2C (Business to Consumer, que
se refere a transações
entre empresas e consumidores),
a B2G (Business to Government,
entre empresas e governo) e a B2E
(Business to Employee, entre empresas
e seus funcionários).
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| BACKBONE |
Conexão de alta velocidade que funciona como a espinha dorsal de uma rede de comunicação, transportando os dados reunidos pelas redes menores que estão a ela conectados. Localmente, 1. Uma rede de transmissão para comunicação que carrega a maior parte do tráfego entre redes menores. Os backbones da Internet, incluindo as portadoras de comunicação como Sprint e MCI, podem atravessar milhares de milhas usando repetidoras de microondas e linhas dedicadas. 2. As redes menores (em comparação com toda a Internet) que realizam a maior parte da troca de pacotes da comunicação pela Internet. Hoje em dia, essas rede menores ainda são as redes originalmente desenvolvidas para formar a Internet – as redes de computadores de instituições educacionais e de pesquisa nos Estados Unidos – em especial a NSFnet, a rede de computadores da National Science Foundation em Oak Ridge, Tennessee. Ver também, NSFnet; packet switching (troca de pacotes). 3. Os cabos que transportam a maior parte do tráfego de comunicação dentro de uma rede. Em uma rede local, um backbone pode ser um barramento. Também chamado de collapsed backbone
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| backbone cabal |
Na Internet, um termo que determina o grupo de administradores de rede responsáveis pela denominação da hierarquia dos newsgroups da Usenet, e pela idealização dos procedimentos para a criação de novos newsgroups. O backbone cabal não existe mai
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| BACK DOOR porta dos fundos |
Um meio de ganhar acesso a um programa ou sistema passando por seus controles de segurança. Os programadores costumam construir portas dos fundos em sistemas em desenvolvimento de modo a poder corrigir bugs. Se a porta dos fundos torna-se conhecida de outras pessoas, ou se ela não for removida antes do lançamento do software, ela passa a ser um risco de segurança. Também chamada de trapdoor (porta de interrupção).
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| back end |
1. Em uma aplicação cliente/servidor, a parte do programa que é executada no servidor. Ver também client/server architecture (arquitetura cliente/servidor). 2. A parte de um compilador que transforma o código-fonte (as instruções do programa que podem ser lidas pelo homem) em código-objeto (o código a ser lido pela máquina). Ver também compiler (compilador – definição 2); object code (código-objeto); source code (código-fonte)
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| background noise ruído de fundo |
O ruído inerente a uma linha ou circuito, independente da presença de um sinal. Ver também noise (ruíd).
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| background printing impressão em background |
O processo de enviar um documento para uma impressora ao mesmo tempo em que o computador realiza uma ou mais tarefas diferente
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| background processing processamento em background |
A execução de determinadas tarefas pelo sistema operacional ou um programa durante interrupções momentâneas da tarefa principal (de primeiro plano). Um exemplo de um processamento em background é a impressão de documentos enquanto o processador aguarda a digitação de caracteres. Ver também background (1) (de segundo plano, em background).
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| background program programa de background |
Um programa que pode operar ou está operando em background. Ver também background (1) (de segundo plano, em background).
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| background task tarefa em background |
Ver background (1) (de segundo plano, em background)
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| background1 de segundo plano, em background |
No contexto de processos ou tarefas que são parte de um sistema operacional ou de um programa, refere-se a uma operação realizada sem interação com o usuário, enquanto este trabalha em outra tarefa. Os processos ou tarefas em background têm um nível de prioridade inferior dentro da alocação de tempo do processador com relação à tarefa executada em primeiro plano e, em geral, permanecem invisíveis para o usuário a menos que este solicite uma atualização ou que traga a tarefa para o primeiro plano. Normalmente, só os sistemas operacionais multitarefa são capazes de suportar o processamento em segundo plano. Entretanto, alguns sistemas operacionais que não suportam multitarefa podem realizar um ou mais tipos de tarefas em segundo plano. Por exemplo, no sistema operacional Apple Macintosh com a multitarefa desativada, a opção Background Printing (impressão em segundo plano) pode ser usada para imprimir documentos enquanto o usuário cuida de outras atividades. Ver também multitasking (multitarefa). Comparar com foreground (1) (de primeiro plano).
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| background2 fundo |
1. A cor sobre a qual os caracteres e gráficos são apresentados, como, por exemplo, um fundo branco para caracteres pretos. Comparar com foreground (2) (segundo plano – definição 1). 2. As cores, texturas, padrões e figuras que compõem a área de trabalho, sobre a qual aparecem os ícones, botões, barras de menu e barras de ferramentas. Ver também wallpaper (papel de parede). 3. As cores, texturas, padrões e figuras que compõem a superfície de uma página da Web, sobre a qual o texto, os ícones, gráficos, botões e outros itens são apresentados. Ver também wallpaper (papel de parede). 4. A condição de uma janela aberta mas inativa em um ambiente de janelas. Ver também inactive window (janela inativa). Comparar com foreground (2) (segundo plano – definição 2).
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| back panel painel traseiro |
O painel existente na parte traseira do computador, através do qual é feita a maioria das conexões com fontes externas de energia e periféricos.
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| backplane |
Uma placa ou estrutura de circuitos que suporta outras placas de circuitos, dispositivos e as interconexões entre os dispositivos, e fornece força e sinais de dados aos dispositivos suportados.
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| backslash barra invertida |
O caractere (\) usado para separar os nomes de diretórios nas especificações de caminho do MS-DOS. Quando usado como caractere inicial, ele significa que a especificação do caminho começa no nível mais alto para aquela unidade de disco. Ver também path (caminho – definição 5)
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| Backspace key tecla Backspace |
1. Uma tecla que, nos teclados IBM e compatíveis, move o cursor para a esquerda, uma posição por vez, geralmente apagando os caracteres à medida que se movimenta. 2. Em teclados Macintosh, uma tecla (chamada Delete em alguns modelos) que apaga o texto atualmente selecionado ou, caso não haja nenhum texto selecionado, apaga o caractere à esquerda do ponto de inserção (cursor).
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| back up fazer um backup, restaurar, reverter |
1. Uma cópia exata de um programa, disco ou arquivo de dados, feita para fins de arquivamento ou para salvaguardar arquivos importantes na eventualidade de que a cópia ativa (original) seja danificada ou destruída. Por este motivo, o backup também é chamado de cópia de segurança. Alguns programas aplicativos fazem automaticamente cópias de backup dos arquivos de dados, mantendo em disco tanto a versão atual quanto a versão anterior. Também chamada de backup copy (backup, cópia de backup, cópia de reserva, cópia de segurança) e de backup file (arquivo de backup). Ver também backup. 2. Voltar a um estado estável anterior – por exemplo, um estado em que se pode afirmar com certeza que um banco de dados está completo e consistente
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| backup and recovery backup e recuperação |
Uma estratégia disponível em diversos sistemas de gerenciamento de bancos de dados que permite restaurar um banco de dados ao ponto em que se encontrava depois da última unidade de trabalho (transação) concluída corretamente, quando um erro de software ou de hardware impede a utilização segura do banco de dados. O log de transações, ou o arquivo de alterações, é lido, e todas as transações registradas no log são recuperadas até o último ponto de verificação do log. Ver também backup; checkpoint (ponto de verificação); log (definição 1).
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| backup and restore backup e restauração |
O processo de manter arquivos de backup e retorná-los ao meio de origem caso seja necessário.
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| backup copy backup, cópia de backup, cópia de reserva, cópia de segurança |
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| backup file arquivo de backup |
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| back-end processor processador de back-end |
1. Um processador escravo que realiza alguma tarefa especializada, como a aceleração do acesso aos bancos de dados, liberando o processador principal para outros trabalhos. Este tipo de tarefa é considerado de "back-end" por estar subordinada à função principal do computador. 2. Um processador que manipula os dados enviados por outro processador. Por exemplo, um processador gráfico de alta velocidade dedicado à formatação de imagens no vídeo opera em resposta aos comandos passados a ele pelo processador principal. Comparar com coprocessor (co-processador).
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| back-lit display vídeo com iluminação traseira |
Um vídeo LCD que utiliza uma fonte de luz por trás da tela para melhorar a nitidez e a clareza da imagem, em especial em ambientes muito iluminados.
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| backtracking backtracking, reversão |
Nos sistemas especialistas, uma forma de resolução de problemas na qual o programa experimenta soluções alternativas na tentativa de encontrar a resposta. As diversas alternativas podem ser consideradas ramos de uma árvore de decisão: o backtracking é a capacidade que o programa tem de seguir um ramo e, caso chegue ao fim sem encontrar o que procura, retornar ao início para tentar um outro ramo.
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| Backus-Naur form forma de Backus-Naur |
Uma metalinguagem usada para a definição da sintaxe de linguagens formais, tanto para o desenvolvedor da linguagem quanto para o usuário. Uma linguagem é difundia por um conjunto de instruções, em cada uma das quais um elemento da linguagem conhecido como uma metavariável, escrita entre os sinais "<" e ">", é definida em termos de símbolos reais (chamados terminais) e outras metavariáveis, incluindo (se necessário) elas próprias. Segue-se a sintaxe de um número na forma Backus-Naur. O símbolo "::=" significa "é definido como" e o símbolo "|" separa alternativas. Acrônimo: BNF. Ver também metalanguage (metalinguagem); normal form (forma normal – definição 2).
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| backward chaining encadeamento inverso |
Nos sistemas especialistas, uma forma de resolução de problemas que parte de uma afirmativa e de um conjunto de regras que conduzem à afirmativa, e depois faz o procedimento inverso, comparando as regras com as afirmações armazenadas num banco de dados de fatos até que a veracidade da afirmativa possa ser comprovada ou negada. Comparar com forward chaining (encadeamento direto).
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| bacterium bactéria |
Um tipo de vírus de computador que gera réplicas de si mesmo repetidamente, acabando por tomar todo o sistema. Ver também virus (vírus)
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| bad block bloco defeituoso |
1. Uma posição de memória danificada. Um bloco defeituoso é identificado pela controladora de memória do computador durante os procedimentos de autoteste quando o computador é ligado ou reinicializado. 2. Ver bad sector (setor defeituoso).
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| bad sector setor defeituoso |
Um setor do disco que não pode ser usado para armazenar dados, em geral devido ao fato de que o meio magnético está danificado ou tem imperfeições. A identificação, marcação e isolamento dos setores defeituosos é uma das muitas tarefas realizadas pelo sistema operacional do computador. Os utilitários de formatação de discos também são capazes de localizar e isolar os setores defeituosos de um disco.
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| bad track trilha defeituosa |
Uma trilha de um disco rígido ou de um disquete que é marcada por conter um setor danificado e, conseqüentemente, não é utilizada pelo sistema operacional. Ver também bad sector (setor defeituoso).
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| balanced line linha balanceada |
Uma linha de transmissão, como um cabo de pares trançados, que contém dois condutores capazes de transportar voltagens iguais e correntes de sinais de polaridade e direção oposto
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| ball printer impressora de esfera |
Uma impressora de impacto que utiliza um pequeno cabeçote de impressão, em formato de esfera, que traz na superfície, em alto-relevo, o molde completo de todos os caracteres que formam o seu conjunto de impressão. A impressora faz girar a esfera até que o caractere desejado fique alinhado com a posição de impressão e, em seguida, impulsiona a esfera de encontro a um fita. Este é o método usado pela máquina de datilografia Selectric da IBM.
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| balloon help ajuda em balão |
Nos Mac OS 7.x, um recurso de ajuda na tela no formato de um balão de histórias em quadrinhos. Depois de ativar esse recurso clicando sobre o ícone do balão na barra de ferramentas, o usuário pode posicionar o cursor sobre um ícone ou outro item, e vai surgir um balão de diálogo descrevendo a função desse item.
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| band faixa, banda |
1. Na impressão de gráficos, uma seção retangular do gráfico enviada pelo computador à impressora; a técnica de divisão dos gráficos em faixas ou bandas elimina a necessidade de que a impressora seja obrigada a construir a imagem inteira na memória antes de imprimi-la. 2. Na comunicação, uma faixa contínua de freqüências utilizada com alguma finalidade específica, como a transmissão de rádio ou televisão.
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| bandpass filter filtro de banda de passagem |
Um circuito eletrônico que permite a passagem de sinais dentro de uma certa faixa de freqüências (banda), porém bloqueia ou atenua os sinais situados acima ou abaixo da banda. Ver também attenuation (atenuação). Comparar com highpass filter (filtro de banda alta); lowpass filter (filtro de banda baixa).
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| bandwidth largura da banda |
1. A diferença entre a maior e a menor freqüências que um sistema de comunicação analógico pode deixar passar. Por exemplo, os telefones comportam uma largura de banda de 3.000 Hz, a diferença entre a maior (3.300 Hz) e a menor (300 Hz) freqüências que são capazes de transmitir. 2. A capacidade de transferência de dados de um sistema de comunicação digital.
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| bandwidth on demand largura de banda por demanda |
Na telecomunicação, a capacidade de aumentar, em incrementos, o throughput conforme as necessidades do canal a ser atendido. Ver também bandwidth (largura da banda); channel (canal); throughput.
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| bank banco |
1. Qualquer grupo de dispositivos eletrônicos similares interconectados de modo que possam ser utilizados como se fossem um elemento único. Por exemplo, os transistores podem ser conectados numa matriz de linhas/colunas dentro do chip para formar a memória, ou vários chips de memória podem ser conectados para formar um módulo de memória, como um SIMM. Ver também SIMM. 2. Uma seção da memória, em geral de tamanho conveniente para que seja acessada pela CPU. Por exemplo, os processadores de oito bits conseguem endereçar 65.536 bytes de memória; portanto, um banco de memória de 64 kilobytes (64 KB) seria o maior que o computador conseguiria acessar diretamente. O endereçamento de um segundo banco de 64 KB exigiria o uso de circuitos que iludissem a CPU fazendo com que ela se direcionasse para o segundo bloco de memória. Ver também bank switching (comutação de bancos); page (página – definição 2).
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| bank switching comutação de bancos |
Um método de expansão da memória de acesso aleatório (RAM) disponível no computador usando alternadamente dois ou mais bancos de chips de memória que compartilham uma série de endereços de memória, que é reservada antes do início da alternância. Somente um banco pode ser diretamente acessado por vez; quando um banco não está ativo, ele retém tudo o que estiver armazenado nele. Antes que outro banco possa ser usado, o sistema operacional, o driver ou o programa devem emitir um comando de maneira explícita ao hardware para que a alternância seja realizada. Como a alternância entre bancos é demorada, operações muito dependentes da memória tomam mais tempo com a memória de alternância de bancos do que com a memória principal. A memória com alternância de bancos em geral assume a forma de uma placa de extensão que é encaixada em um slot da placa mãe
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| banner |
Uma seção de uma página da Web que contem um anúncio que, geralmente, tem cerca de uma polegada de altura e se estende por toda a largura da página. O banner contém um vínculo com o anunciante daquele site da Web. Ver também Web page (página da Web); Web site (site da Web)
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| banner page página de identificação |
1. A página de título que pode ser adicionada aos documentos impressos pela maioria dos spoolers de impressão. Essa página, em geral, contém informações sobre a identificação do usuário, o tamanho do job e dados sobre o spooler de impressão. Essas páginas são usadas basicamente para separar um job de outro. Ver também print spooler (spooler de impressão). 2. Nos softwares, uma tela inicial usada para identificar um produto e apresentar seus criadores
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| bar chart gráfico de barras |
Um tipo de gráfico no qual os itens de dados são representados sob a forma de barras retangulares. As barras podem ser verticais ou horizontais, e podem se distinguir umas das outras pela cor ou por algum tipo de sombreado ou padrão. Valores positivos e valores negativos podem ser apresentados em relação a uma linha de base no ponto zero. São dois os tipos mais comuns de gráficos de barras: o gráfico de barras padrão, no qual cada valor é representado por uma barra diferente; e o gráfico de barras empilhadas, no qual os pontos de dados são "empilhados" para formar uma única barra. Também chamado de bar graph (gráfico de barras)
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| bar code código de barras |
O código especial de identificação impresso sob a forma de um conjunto de barras verticais de larguras diferentes em livros, produtos de supermercado e outras mercadorias. Usado com a finalidade de permitir a entrada de dados rápida e sem erros em bibliotecas, hospitais e supermercados, os códigos de barras representam informações binárias que são captadas por uma leitora ótica. A codificação pode incluir números, letras ou números e letras; alguns códigos trazem ainda barras especiais para a verificação de erros e podem ser lidos em ambas as direções.
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| bar code reader leitora de código de barras |
Ver bar code scanner (scanner de código de barras)
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| bar code scanner scanner de código de barras |
Um dispositivo ótico que utiliza um raio laser para ler e interpretar códigos de barras, como, por exemplo, o UPC (Universal Product Codes) encontrado em produtos de supermercado e outros artigos no varejo. Ver também bar code (código de barras);Universal Product Code.
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| bar graph gráfico de barras |
Ver bar chart (gráfico de barras).
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| bare board bare board, placa vazia |
Uma placa de circuitos sem chips; em geral, uma placa de memória sem nenhum chip de memória instalado.
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| bare bones1 básico |
Unicamente funcional; desprovido, ou mesmo limpo, de quaisquer recursos. Aplicações básicas oferecem apenas as funções necessárias para realizar determinada tarefa. Da mesma forma, um computador básico possui o mínimo de hardware necessário ou é vendido no varejo sem nenhum periférico e apenas com o sistema operacional (e nenhum outro software).
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| bare bones2 componente básico |
1. Uma aplicação que oferece somente as funções mais básicas necessárias para a realização de uma determinada tarefa. 2. Um computador que consiste somente da placa mãe (equipada com CPU e RAM), gabinete, fonte, unidade de disquete e teclado, e ao qual o usuário tem que adicionar o disco rígido, a placa de vídeo, o monitor e quaisquer outros periféricos. Ver também motherboard (placa mãe); peripheral (periférico).
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| base 10 base dez |
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| base 16 base 16 |
Ver hexadecimal (hexadecimal).
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| base 2 base dois |
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| base 8 base oito |
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| base address endereço de base |
Com relação à memória, a parte de um endereço dividido em duas seções que permanece constante e serve como ponto de referência – ou base – a partir do qual o endereço de um byte de dados pode ser calculado. O endereço de base vem sempre acompanhado de um deslocamento, que é somado à base para determinar a posição exata (o endereço absoluto) da informação. Este conceito é semelhante ao dos endereços residenciais. Por exemplo, Avenida Principal, 2010 consiste em uma base (o quarteirão 2000 da Avenida Principal) acrescida de um deslocamento (dez a contar do início). Os endereços de base são chamados de segment addresses (endereços de segmento) na literatura dos computadores IBM e compatíveis. Nesses computadores, os dados são identificados por sua posição calculada como um deslocamento relativo a contar do início do segmento. Ver também absolute address (endereço absoluto); offset (deslocamento); relative address (endereço relativo); segment (segmento).
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| base base |
1. Na matemática, um número que é elevado à potência especificada por um expoente. Por exemplo, em 23 = 2 x 2 x 2 = 8, a base é dois. 2. Na matemática, o número de dígitos em um sistema numérico em particular. Nos microcomputadores, são quatro os sistemas de numeração utilizados habitualmente – decimal, binário, octal e hexadecimal – cada um deles baseado em um número diferente de dígitos. O sistema binário, ou de base dois, que é usado para discutir os estados da lógica de um computador, tem dois dígitos, zero e um. O sistema de numeração octal, ou de base oito, tem oito dígitos, de zero a sete. O conhecido sistema de numeração decimal, ou de base dez, tem dez dígitos, que vão de zero a nove. Já o sistema hexadecimal, ou de base 16, tem 16 dígitos, ou seja, de zero a nove e de A a F. Quando os números são escritos em uma base específica, é comum colocar a base como índice (em subscrito) entre parênteses depois do número, como em 24AE(16) = 9.390. Também chamado de radix (base). Ver também binary1 (binário); decimal (decimal); hexadecimal (hexadecimal); octal (octal). 3. Um dos três terminais em um transistor bipolar (emissor, base e coletor). A corrente através da base controla a corrente entre o emissor e o coletor. Ver também transistor (transistor). 4. A base isolante de uma placa de circuito impresso. Ver também circuit board (placa de circuitos).
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| base class classe básica |
No C++, uma classe a partir da qual outras classes foram (ou podem ser) derivadas por herança. Ver também class (classe); derived class (classe derivada); inheritance (herança); object-oriented programming (programação orientada a objetos, programação baseada em objetos).
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| base memory memória básica |
Ver conventional memory (memória convencional).
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| base RAM RAM básica |
Ver conventional memory (memória convencional).
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| baseband banda-base |
Relativo a sistemas de comunicação nos quais o meio de transmissão (como um fio ou cabo de fibra ótica) transporta uma única mensagem por vez em formato digital. A comunicação de banda-base é encontrada em redes locais como Ethernet e Token Ring. Ver também Ethernet; fiber optics (fibra ótica); Token Ring network (rede Token Ring). Comparar com broadband (banda larga)
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| baseband network rede de banda base |
Um tipo de rede local no qual as mensagens são transportadas em formato digital por um único canal de transmissão entre máquinas conectadas ou por um cabo coaxial por um cabo de par trançado. As máquinas de uma rede de banda base só podem transmitir quando o canal não está ocupado, embora uma técnica conhecida como multiplexação por divisão de tempo permita o compartilhamento do canal. Cada mensagem em uma rede de banda base trafega como um pacote que contém informações sobre as máquinas de origem e de destino, bem como os dados da mensagem. Redes de banda base operam em distâncias curtas e a velocidades que vão de cerca de 50 kilobits por segundo (50 Kbps) a 16 megabits por segundo (16 Mbps). Entretanto, a recepção, a verificação e a conversão da mensagem aumentam consideravelmente o tempo gasto, fazendo cair a taxa de throughput. A distância máxima recomendada para esse tipo de rede é de cerca de 3,5 km, ou bem menos se a rede for intensamente utilizada. Ver também coaxial cable (cabo coaxial); multiplexing (multiplexação); packet (pacote – definição 2); throughput; time-division multiplexing (multiplexação por divisão de tempo); twisted-pair cable (cabo de par trançado). Comparar com broadband network (rede de banda larga).
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| baseline linha de base |
Na impressão e no vídeo, uma linha horizontal imaginária pela qual fica alinhada a base de cada caractere, com exceção das hastes descendentes, ou pernas. Ver também ascender (haste ascendente, ascendente); descender (haste descendente, descendente, perna); font (fonte).
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| Basic ou BASIC Basic ou BASIC |
Acrônimo de Beginner's All-purpose Symbolic Instruction Code, uma linguagem de programação de alto nível criada em meados da década de 60 por John Kemeny e Thomas Kurtz no Darmouth College. Essa linguagem é considerada uma das linguagens de programação de mais fácil aprendizado. Ver também True BASIC; Visual Basic.
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| Basic Rate Interface BRI (Basic Rate Interface) |
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| batch batch, lote |
Um grupo de documentos ou registros de dados que são processados como uma unidade. Ver também batch job (job em batch); batch processing (processamento em batch, processamento em lotes).
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| batch file arquivo batch, arquivo em lote |
Um arquivo de texto ASCII contendo uma seqüência de comandos do sistema operacional, podendo incluir parâmetros e operadores suportados pela linguagem de comandos do sistema operacional. Quando o usuário digita o nome de arquivo batch na linha de comando, os comandos são processados seqüencialmente. Também chamado de batch program (programa em batch). Ver também AUTOEXEC.BAT; .bat.
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| batch file transmission transmissão de arquivos em batch, transmissão de arquivos em lote |
A transmissão de diversos arquivos como resultado de um único comando. Acrônimo: BFT.
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| batch job job em batch |
Um programa ou conjunto de comandos executados sem interação com o usuário. Ver também batch processing (processamento em batch, processamento em lotes).
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| batch processing processamento em batch, processamento em lotes |
1. A execução de uma arquivo batch. Ver também batch file (arquivo batch). 2. A prática de adquirir programas e conjuntos de dados dos usuários, executá-los uma ou mais vezes, e depois fornecer os resultados aos usuários. 3. O processo de armazenamento de transações durante um certo período de tempo, para depois serem lançadas num arquivo-mestre, numa operação separada e normalmente realizada à noite. Comparar com transaction processing (processamento de transações).
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| batch program programa em batch |
Um programa executado sem interação com o usuário. Ver também batch file (arquivo batch). Comparar com interactive program (programa interativo).
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| batch system sistema em batch |
Um sistema que processa dados em grupos distintos de operações previamente reunidas, ao contrário de sistemas que operam interativamente ou em tempo real
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| batch total capa de lote |
A totalização de um elemento comum a um grupo (lote) de registros; usado como forma de controle, para verificar se todas as informações foram submetidas ao computador, e se foram digitadas corretamente. Por exemplo, o total de um dia de vendas poderia ser usado como total de prova para a verificação dos registros de cada venda.
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| battery backup bateria de reserva |
1. Uma fonte de alimentação acionada a bateria, usada como fonte auxiliar de eletricidade na eventualidade de uma falta de energia. 2. Qualquer bateria que mantém o sistema em funcionamento quando a fonte principal de eletricidade é cortada – por exemplo, o relógio/calendário interno do computador e uma área especial da RAM que armazena informações importantes sobre o sistema nos períodos em que o computador é desligado. Ver também UPS.
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| battery bateria |
Duas ou mais células em um envoltório, que produzem uma corrente elétrica quando dois eletrodos dentro do envoltório tocam em um eletrólito. Nos PCs as baterias são usadas como uma fonte de energia auxiliar quando a fonte principal está desligada, como as fontes dos laptops e dos notebooks (são usadas baterias recarregáveis tais como as de níquel e cádmio, de níquel hidreto metálico e de lítio), e para manter alimentados o relógio interno e os circuitos responsáveis pela parte da RAM que armazena as informações mais importantes do sistema. Ver também lead ion battery (bateria de chumbo); lithium ion battery (bateria de lítio); nickel cadmium battery (bateria de níquel cádmio); nickel metal hydride battery (bateria de níquel hidreto metálico); RAM.
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| battery meter medidor de bateria |
Um dispositivo usado para medir a corrente (capacidade) de uma célula elétrica
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| baud |
Uma medida da velocidade de transmissão de dados cujo nome é uma homenagem ao engenheiro e telegrafista francês Jean-Maurice-Emile Baudot. Usado a princípio para medir a velocidade de transmissão dos telégrafos, o termo hoje se refere, usualmente, à velocidade de transmissão de dados dos modems. Ver também baud rate (taxa de transmissão de dados)
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| baud rate taxa de transmissão de dados |
A velocidade na qual os modems conseguem transmitir dados. A taxa de transmissão de dados é o número de eventos, ou mudanças de sinal, que ocorrem em um segundo – e não o número de bits transmitidos por segundo (bps). Na comunicação digital de alta velocidade, um evento pode, na verdade, representar mais de um bit, e os modems são descritos com mais precisão em termos de bits por segundo do que da taxa de transmissão de dados. Por exemplo, os chamados modems de 9.600 baud, que codificam quatro bits por evento, operam, na realidade, a 2.400 baud, porém, transmitem 9.600 bits por segundo (2.400 eventos vezes quatro bits por evento) e, portanto, deveriam ser denominados modems de 9.600 bps. Comparar com bit rate (taxa de transferência); transfer rate (taxa de transferência).
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| Baudot code código de Baudot |
Um esquema de codificação de cinco bits, hoje usado principalmente nas transmissões de telex, criado para a telegrafia pelo engenheiro e telegrafista francês Jean-Maurice-Emile Baudot. Às vezes o código de Baudot é confundido com o Alfabeto Internacional Número Dois proposto pelo Comité Consultatif International Télégraphique et Téléphonique (CCITT).
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| bay compartimento, baia |
Um apoio ou abertura para a instalação de equipamentos eletrônicos – por exemplo, o espaço reservado para uma unidade de disco adicional no gabinete de alguns computadores. Ver também drive bay (compartimento da unidade de disco).
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| BBL |
Acrônimo para be back later (volto mais tarde). Uma expressão comumente usada em serviços de bate-papo ao vivo da Internet e serviços de informações online, para indicar que um participante vai deixar o fórum de debates mas pretende voltar mais tarde. Ver também chat (1) (bate-papo – definição 1).
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| BBS |
1. Acrônimo de bulletin board system, sem tradução em português. Um sistema de computador equipado com um ou mais modems ou outro meio de acesso a redes, e que serve como centro de troca de informações e transferência de mensagens para usuários remotos. Os BBSs quase sempre enfocam interesses especiais, como ficção científica, filmes, softwares para sistemas Windows ou Macintosh e podem ser de acesso gratuito ou pago, ou uma combinação dos dois. Os usuários discam para o BBS com seus modems e enviam mensagens para outros usuário do BBS em áreas especiais devotadas a um tópico em particular, de um modo que lembra o ato de dispor notas em um quadro de avisos de cortiça. Muitos BBSs também permitem aos usuários bater papo online com outros usuários, enviar mensagens de correio eletrônico, fazer o download e o upload de arquivos que incluem freeware e shareware e acesso à Internet. Muitas empresas de hardware e de software mantêm BBSs patenteados para clientes que incluem informações sobre vendas, suporte técnico e atualizações de softwares e patches. 2. Acrônimo para be back soon (volto já). Uma expressão taquigráfica encontrada com freqüência em grupos de discussão da Internet, vinda de um participante que deseja deixar o grupo temporariamente.
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| bcc |
Acrônimo de blind courtesy copy (cópia de cortesia invisível). Um recurso de programas de correio eletrônico que permite aos usuários enviar uma cópia de uma mensagem a um destinatário sem notificar aos outros destinatários. Em geral, o endereço desse destinatário é digitado em um campo "bcc:", no cabeçalho da mensagem. Também chamado de blind carbon copy (cópia carbono cega). Ver também e-mail (1) (correio eletrônico, e-mail – definição 1); header (cabeçalho – definição 1). Comparar com cc.
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| BCD |
Ver binary-coded decimal (decimal codificado em binário).
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| BCNF |
Acrônimo de Boyce-Codd normal form. Ver normal form (forma normal – definição 1).
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| bearer channel canal portador |
Um dos canais de comunicação de 64 Kbps em um circuito ISDN. Uma linha ISDN BRI (Basic Rate Interface) possui dois canais portadores e um canal de dados. Já uma linha ISDN PRI (Primary Rate Interface) possui 23 canais portadores (nos Estados Unidos) e 30 canais portadores (na Europa), além de um canal de dados. Ver também BRI; channel (canal – definição 2); ISDN.
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| BeBox |
Um computador com um multiprocessador de alto desempenho (RISC-based PowerPC), fabricado pela Be, Inc. e carregado pelo sistema operacional da Be, o BeOs. Atualmente, o BeBox está sendo vendido como uma ferramenta para os desenvolvedores de software. Ver também BeOS; PowerPC; RISC.
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| beginning-of-file início do arquivo |
1. Um código incluído por alguns programas antes do primeiro byte de cada arquivo usado pelo sistema operacional do computador para acompanhar os endereços dentro do arquivo com relação ao primeiro byte (caractere) que ele contém. 2. A localização inicial de um arquivo em um disco, em relação à primeira posição de gravação do disco. Um diretório de dados ou catálogo contém essa localização. Acrônimo: BOF. Comparar com end-of-file (fim do arquivo).
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| Bell communications standards padrões de comunicação Bell |
Uma série de padrões de transmissão de dados criados pela AT&T durante o final da década de 1970 e o início da década de 1980 que, pela ampla aceitação na América do Norte, acabaram se tornando o padrão de fato para todos os fabricantes de modems. O Bell 103, hoje praticamente obsoleto, controlava as transmissões a 300 bits por segundo (bps), no modo full-duplex de comunicação assíncrona, através de linhas telefônicas discadas, usando o frequency-shift keying (FSK). O Bell 212A controlava as transmissões a 1.200 bps, no modo full-duplex de comunicação assíncrona, através de linhas telefônicas discadas, usando o phase-shift keying (PSK). Um conjunto internacional de padrões de transmissão conhecido como "normas (ou recomendações) do CCITT" tornou-se geralmente aceito como a base da padronização, em especial para comunicação a velocidades maiores que 1.200 bps. Ver também CCITT V series (CCITT, série V); FKS; phase-shift keying (PSK).
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| Bell-compatible modem modem compatível com Bell |
Um modem que opera de acordo com os padrões de comunicação Bell. Ver também Bell communications standards (padrões de comunicação Bell).
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| bells and whistles penduricalhos |
Recursos atrativos adicionados ao hardware ou ao software, além do que seriam considerados recursos básicos, comparáveis aos acessórios, como as trancas elétricas e o ar condicionado dos carros. Produtos, em especial sistemas de computadores, sem esses penduricalhos são, às vezes, denominados "plain vanila" (básicos).
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| benchmark1 |
Um dentre vários tipos de teste usados para medir o desempenho do hardware ou do software. Os testes de benchmark de hardware contêm programas que avaliam os recursos do equipamento – por exemplo, a velocidade na qual o microprocessador consegue executar as instruções ou tratar números com ponto flutuante. Os testes de benchmark de software determinam a eficiência, exatidão ou velocidade de um programa na execução de tarefas específicas, como o recálculo dos dados de uma planilha. Os mesmos dados são usados com todos os programas testados, de modo que os resultados possam ser comparados a fim de se determinar quais os programas que apresentam bom desempenho, e em que áreas. O projeto de bechmarks válidos é quase uma arte, pois as várias combinações de hardware e software podem apresentar um desempenho bastante variável sob diferentes condições. Em geral, depois que um benchmark é aceito como padrão, os fabricantes de hardware e produtores de software tentam otimizar o produto de modo que consigam executar esse benchmark específico com mais rapidez do que os produtos concorrentes, com a finalidade de aumentar as suas vendas. Ver também sieve of Eratosthenes (peneira de Eratóstenes).
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| benchmark2 submeter a benchmark2 |
Medir o desempenho do hardware ou do software.
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| benign virus vírus benigno, vírus inofensivo |
Um programa que apresenta as propriedades de um vírus, como a autoduplicação, mas que não causa nenhum tipo de dano aos sistemas que venha a infectar.
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| BeOS |
Abreviatura de Be operating system. Um sistema operacional orientado a objetos, criado pela Be, Inc., destinado a um sistema BeBox ou Power Macintosh. Esse sistema operacional suporta multiprocessamento simétrico, recursos multitarefa e memória protegida, além de servir tanto para a animação de multimídia quanto para comunicação. Ver também BeBox; multitasking (multitarefa); protected mode (modo protegido); symmetric multiprocessing (multiprocessamento simétrico).
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| Bernoulli box |
Uma unidade de disco removível para PCs que utiliza um cartucho não-volátil com grande capacidade de armazenamento. Esse dispositivo recebeu o nome de Daniel Bernoulli, um físico do século XVIII que foi o primeiro a demonstrar o princípio da ascensão aerodinâmica. A Bernoulli box faz uso de uma alta velocidade para curvar o disco flexível perto do cabeçote de leitura/gravação. Ver também read/write head (cabeçote de leitura/gravação).
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| Bernoulli distribution distribuição de Bernoulli |
Ver binomial distribution (distribuição binomial).
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| Bernoulli process processo de Bernoulli |
Um processo matemático que envolve o teste de Bernoulli, a repetição de uma experiência para a qual só há dois resultados possíveis, tais como sucesso e fracasso. É nas análises estatísticas que esse processo é mais usado. Ver também Bernoulli sampling process (processo de amostragem de Bernoulli); binomial distribution (distribuição binomial).
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| Bernoulli sampling process processo de amostragem de Bernoulli |
Na estatística, uma seqüência de n testes independentes e idênticos de uma experiência aleatória, na qual cada teste tem dois resultados possíveis. Ver também Bernoulli process (processo de Bernoulli); binomial distribution (distribuição binomial).
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| best of breed melhor da categoria |
Um termo usado para descrever um produto que é o melhor em uma determinada categoria de produtos.
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| beta site |
Um indivíduo ou uma organização que testa softwares antes de seu lançamento para o público. A empresa que produziu o software geralmente seleciona os beta sites a partir de uma relação de clientes ou voluntários. A maioria dos beta sites realiza esse trabalho de graça, quase sempre para fazer a primeira checagem do produto e receber uma cópia de cortesia quando este for lançado para o público em geral.
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| beta test beta-teste |
Um teste de um software em desenvolvimento, obtido através da utilização do software por pessoas selecionadas. Em um beta-teste, um software é enviado a um grupo seleto de clientes potenciais e usuários finais influentes (conhecidos como beta sites), que testam sua funcionalidade e reportam quaisquer erros operacionais ou de utilização (bugs) encontrados. O beta-teste é, em geral, um dos últimos passos tomados pelo desenvolvedor do software antes de lançá-lo no mercado; entretanto, se um beta site indica que o software apresenta dificuldades operacionais ou uma grande quantidade de bugs, o desenvolvedor pode conduzir mais beta-testes antes que o software seja lançado no mercado.
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| beta1 |
Adjetivo que descreve um software ou hardware que é uma versão beta. Ver também beta2. Comparar com alpha1
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| beta2 |
Um software, ou hardware, novo ou que esteja sendo atualizado, que está pronto para ser enviado aos usuários para o beta-teste. Ver também beta test (beta-teste)
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| betweening |
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| Bézier curve curva de Bézier |
Na computação gráfica, uma linha calculada matematicamente para interligar dois pontos através de curvas suaves, de formato livre, do tipo utilizado em programas de ilustração e modelos de CAD. As curvas de Bézier necessitam de apenas alguns pontos para definir um grande número de formas, vindo daí a sua vantagem sobre os outros métodos matemáticos para a aproximação de uma determinada forma geométrica. Ver também CAD.
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| BFT |
Ver batch file transmission (transmissão de arquivos em batch); binary file transfer (transferência de arquivo binário).
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| BGP |
Ver Border Gateway Protocol.
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| bi-endian bi-endiano |
Relacionado com, ou a característica de processadores ou outros chips que podem ser chaveados para trabalhar tanto no modo big endian quanto no modo little endian. O chip PowerPC possui essa habilidade, o que lhe permite executar o little endian Windows NT ou o big endian MacOS/PPC. Ver também big endian; little endian; PowerPC.
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| bias desvio, bias |
1. Um desvio uniforme ou sistemático com relação a um ponto de referência. 2. Na matemática, desvio é uma indicação do quanto a média de um grupo de valores se afasta de um valor de referência. 3. Na eletrônica, bias é o nome que se dá a uma voltagem aplicada a um transistor ou outro dispositivo eletrônico com a finalidade de estabelecer um nível de referência para a sua operação. 4. Na comunicação, bias é uma distorção no tamanho (comprimento) dos bits transmitidos, causada por uma demora ocorrida durante o aumento ou redução da voltagem cada vez que o sinal passa de zero para um ou vice-versa.
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| bidirectional bidirecional |
O que funciona em duas direções. As impressoras bidirecionais podem imprimir da esquerda para a direita e da direita para a esquerda; um barramento bidirecional consegue transferir sinais em ambas as direções entre dois dispositivos.
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| bidirectional parallel port porta paralela bidirecional |
Uma interface que suporta uma comunicação paralela bidirecional entre um dispositivo e um computador
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| bidirectional printing impressão bidirecional |
A capacidade de uma impressora de impacto ou uma jato de tinta de imprimir tanto da esquerda para a direita quanto da direita para a esquerda. A impressão bidirecional acelera substancialmente o processo de impressão porque não há mais perda de tempo no retorno do cabeçote para o início da próxima linha; contudo, ela também piora a qualidade de impressão
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| bifurcation bifurcação |
Uma decisão que produz dois resultados possíveis, como zero ou um, ligado ou desligado, e assim por diante
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| Big Blue |
A International Business Machines Corporation (IBM). Esse apelido surgiu devido à cor usada pela corporação em seus primeiros computadores de grande porte, e que ainda é usada no logotipo da empresa
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| big endian |
Armazenamento de números de modo que o byte mais significativo fique em primeiro lugar. Por exemplo, o número hexadecimal A02B seria armazenado como A02B pelo método big endian, e seria armazenado como 2BA0 pelo método little endian. O método big endian é utilizado pelos microprocessadores Motorola, já os microprocessadores Intel fazem uso do método little endian. O termo big endian tem sua origem no livro As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift. No livro, os Big-Endians são um grupo de pessoas que faziam oposição ao decreto do imperador que determinava que os ovos deveriam ser quebrados em sua extremidade menor antes de serem ingeridos. Comparar com little endian.
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| big red switch grande interruptor vermelho, grande botão vermelho |
A chave liga/desliga de um computador, vista como um tipo de interrupção de último recurso. No IBM PC e em muitos outros computadores, ela é mesmo grande e vermelha. A utilização dessa chave é uma interrupção de último recurso porque ela não só apaga todos os dados na RAM, mas também pode danificar o disco rígido. Acrônimo: BRS.
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| billion bilhão |
1. No sistema de numeração do Brasil, dos Estados Unidos e da maior parte do mundo – e também nos microcomputadores – um número igual a 1.000 milhões, ou 109. A terminologia dos computadores usa o prefixo giga para 1 bilhão e nano para bilionésimo. 2. No sistema de numeração da Inglaterra, 1 bilhão é igual a 1 milhão x 1 milhão, ou 1012, que em nosso sistema equivaleria a um trilhão.
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| billisecond bilissegundo |
Ver nanosecond (nanossegundo).
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| binary chop corte binário |
Ver binary search (pesquisa binária).
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| binary compatibility compatibilidade binária |
Portabilidade de programas executáveis (arquivos binários) de uma plataforma, ou versão de sistema operacional, para outra. Ver também flavor (versão); portable (portável – definição 1).
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| binary conversion conversão binária |
A conversão de um número para o sistema binário, ou do sistema binário para algum outro sistema de numeração. As tabelas de conversão estão no Apêndice E. Ver também binary (1) [binário (1)]
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| binary device dispositivo binário |
Qualquer dispositivo que processe informações sob a forma de uma série de estados elétricos ligados/desligados ou ativos/inativos. Ver também binary (1) [binário (1)].
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| binary digit dígito binário |
Qualquer um dos dois dígitos do sistema binário de numeração, zero e um. Ver também bit.
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| binary file arquivo binário |
Um arquivo formado por seqüências de dados ou código executável, no formato de oito bits, diferente dos arquivos de texto ASCII, que podem ser lidos normalmente pelas pessoas. Os arquivos binários só podem ser lidos por programas, e geralmente têm um formato compactado ou estruturado de modo a facilitar a sua leitura pelos softwares a que estão associados. Comparar com ASCII file (arquivo ASCII).
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| binary file transfer transferência de arquivo binário |
Transferência de um arquivo que contém bytes arbitrários ou palavras, em oposição a um arquivo texto que contém apenas caracteres imprimíveis (por exemplo, caracteres ASCII com códigos 10, 13, e 32-126). Nos sistemas operacionais modernos um arquivo texto é apenas um arquivo que por acaso contenha somente caracteres imprimíveis, mas alguns sistemas mais antigos fazem distinção entre os dois tipos de arquivos, fazendo com que os programas os tratem de modo diferente. Acrônimo: BFT
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| binary format formato binário |
Qualquer formato que estruture os dados na forma de oito bits. O formato binário costuma ser usado para representar o código-objeto (instruções de programa traduzidas para uma forma legível pela máquina), ou dados de um fluxo de transmissão. Ver também binary file (arquivo binário).
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| binary notation notação binária |
O uso dos dígitos binários zero e um para a representação dos números. Comparar com floating-point notation (notação de ponto flutuante)
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| binary number número binário |
Um número expresso em forma binária. Como os números binários se baseiam em potências de dois, eles podem ser interpretados como se segue:
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| binary search pesquisa binária |
Um tipo de algoritmo de pesquisa que procura um item, com um nome conhecido, em uma lista ordenada comparando, em primeiro lugar, o item desejado com o item do meio da lista. A pesquisa divide, então, a lista em duas, determina em qual das metades o item deve estar, e repete o processo até o item desejado ser encontrado. Também chamada binary chop (corte binário); dichotomizing search (pesquisa dicotomizada). Ver também search algorithm (algoritmo de pesquisa). Comparar com hash search (pesquisa com hashing); linear search (pesquisa linear).
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| binary synchronous protocol protocolo binário síncrono |
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| binary transfer transferência binária |
O modo preferido para o intercâmbio eletrônico de arquivos executáveis, arquivos de dados de aplicações e arquivos criptografados. Comparar com ASCII transfer (transferência ASCII).
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| binary tree árvore binária |
Na programação, um tipo específico de estrutura de dados em árvore na qual cada nó tem no máximo duas subárvores, uma à esquerda e outra à direita. As árvores binárias costumam ser usadas para classificar informações. Cada nó da árvore de pesquisa binária contém uma chave, os valores inferiores à chave ficam numa das subárvores e os valores superiores à chave ficam na outra subárvore. Ver também binary search (pesquisa binária); tree (árvore).
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| binary-coded decimal decimal codificado em binário |
Um sistema para a codificação de números decimais em formato binário, com a finalidade de evitar erros de arredondamento e conversão. Na codificação BCD, cada dígito de um número decimal é codificado separadamente como um numeral binário. Cada um dos dígitos decimais de zero a nove é codificado em quatro bits e, para facilitar a leitura, cada grupo de quatro bits é separado por um espaço. Este formato, denominado 8-4-2-1 como referência aos pesos das quatro posições de bits, usa os seguintes códigos:
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| binary1 binário1 |
Que tem dois componentes, alternativas ou resultados. O sistema numérico binário tem base dois, logo, os valores são expressos em combinações de dois dígitos, zero e um. Esses dois dígitos podem representar os valores lógicos verdadeiro e falso, bem como os numerais, e podem estar representados, em um dispositivo eletrônico, pelos estados ligado e desligado, reconhecidos como dois níveis de voltagem. Logo, o sistema de numeração binário é o núcleo da computação digital. Embora ideais para os computadores, os números binários dificultam a interpretação das pessoas por serem compostos de séries de 0s e 1s. Para facilitar a tradução, os programadores e outros profissionais habituados a trabalhar com os recursos internos de processamento do computador usam números hexadecimais (base 16) ou octais (base oito). As equivalências e tabelas de conversão de números binários, decimais, hexadecimais e octais estão no Apêndice E. Ver também base (base – definição 2); binary-coded decimal (decimal codificado em binário); binary number (número binário); bit; Boolean algebra (álgebra booleana); byte; cyclic binary code (código binário cíclico); digital computer (computador digital); dyadic (diádico); logic circuit (circuito lógico). Comparar com ASCII; decimal (decimal); hexadecimal (hexadecimal); octal (octal).
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| binary2 binário2 |
Em um programa cliente de FTP, o comando que instrui o servidor FTP para enviar ou receber arquivos como dados binários. Ver também FTP client (cliente de FTP); FTP server (servidor de FTP). Comparar com ascii.
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| binaural sound som tridimensional |
Ver 3-D audio (áudio tridimensional).
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| bind vincular; acoplar |
Associar duas informações; este termo costuma ser usado com referência à vinculação de um símbolo (por exemplo, o número de uma variável) a informações descritivas (por exemplo, um endereço de memória, um tipo de dados ou um valor). Ver também binding time (ponto de vinculação, ponto de acoplamento); dynamic binding (vinculação dinâmica, acoplamento dinâmico); static binding (vinculação estática, acoplamento estático).
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| binding time ponto de vinculação, ponto de acoplamento |
O momento, no uso de um programa, em que ocorre a vinculação de informações – geralmente, a associação dos elementos do programa a suas posições de memória e seus valores. Os pontos de vinculação mais comuns são a compilação (vinculação no ponto de compilação), a linkedição (vinculação durante a linkedição), e a execução (vinculação em tempo de execução). Ver também bind (vincular); compile-time binding (vinculação no ponto de compilação); link-time binding (vinculação durante a linkedição); run-time binding (vinculação em tempo de execução).
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| BinHex1 |
1. Um código para a conversão de arquivos de dados em texto ASCII, de modo que possam ser transmitidos via correio eletrônico a outro computador, ou em uma mensagem de um newsgroup. Esse método pode ser usado quando os caracteres padrão da tabela ASCII são necessários para a transmissão, como na Internet. O BinHex é utilizado com maior freqüência pelos usuários de Macintosh. Ver também MIME. 2. Um programa Apple Macintosh para a conversão de arquivos de dados binários em texto ASCII e vice-versa, usando o código BinHEx. Comparar com uudecode (1); uuencode (1).
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| BinHex2 |
Converter um arquivo binário em um texto ASCII de sete bits, ou converter o arquivo texto ASCII para o formato binário usando o programa BinHex. Comparar com uudecode (2); uuencode (2).
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| binomial distribution distribuição binomial |
Na estatística, uma lista ou função que descreve as probabilidades de escolha dos valores possíveis de uma variável aleatória através de uma amostragem de Bernoulli. O processo de Bernoulli tem três características. Cada tentativa só pode ter dois resultados possíveis: sucesso ou fracasso; cada tentativa é independente de todas as outras tentativas; e a probabilidade de sucesso de cada tentativa é constante. A distribuição binomial pode ser usada para calcular a probabilidade de se obter um número determinado de sucessos num processo de Bernoulli. Por exemplo, a distribuição binomial pode ser usada para calcular a probabilidade de se obter um sete durante três vezes seguidas quando um par de dados é lançado vinte vezes. Também chamada Bernoulli distribution (distribuição de Bernoulli).
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| bionics biônica |
O estudo dos organismos vivos, suas características e o modo como funcionam, com a finalidade de criar equipamentos capazes de simular ou reproduzir as atividades de um sistema biológico. Ver também cybernetics (cibernética)
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| BIOS |

É onde ficam armazenadas informações técnicas
do computador (HDs instalados, velocidade de processador ...) e aonde são
configuradas algumas opções do processador e de periféricos
instalados no micro. |
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| bipolar bipolar |
1. O que tem dois estados opostos, como positivo e negativos. 2. Na transferência e no processamento de informações, um sinal bipolar é aquele no qual as polaridades opostas da voltagem representam ativo e inativo, como nos sinais de comunicação, ou verdadeiro e falso, como nos circuitos lógicos. Comparar com unipolar. 3. Na eletrônica, bipolar refere-se a um transistor que tem dois tipos de portadoras de carga. Ver também transistor (transistor).
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| BIS |
Ver business information system (sistema de informações de negócios).
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| bistable biestável |
Um termo que descreve um sistema ou dispositivo que tem apenas dois estados possíveis, como ON e OFF. Ver também flip-flop.
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| bistable circuit circuito biestável |
Qualquer circuito que tenha apenas dois estados estáveis. A transição entre os dois estados tem que ser iniciada externamente. Os circuitos biestáveis são capazes de armazenar um bit de informação.
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| bistable circuit circuito biestável |
Qualquer circuito que tenha apenas dois estados estáveis. A transição entre os dois estados tem que ser iniciada externamente. Os circuitos biestáveis são capazes de armazenar um bit de informação.
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| bistable multivibrator multivibrador biestável |
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| BISYNC |
Acrônimo de binary synchronous communications, que é um protocolo de comunicação desenvolvido pela IBM. As transmissões BISYNC são codificadas em ASCII ou EBCDIC. As mensagens podem ter qualquer tamanho, e são enviadas em unidades denominadas frames (quadros), opcionalmente precedidos de um cabeçalho. Como o BISYNC utiliza a transmissão síncrona, na qual os elementos da mensagem são separados por um intervalo de tempo específico, cada quadro vem delimitado por caracteres especiais que permitem aos equipamentos receptor e transmissor sincronizar seus clocks. STX e ETX são caracteres de controle que assinalam o início e o fim do texto da mensagem; BCC é um conjunto de caracteres usado para verificar a exatidão da transmissão. Também chamado de BSC.
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| bit |
Forma reduzida de binary digit (dígito binário); o zero ou o um do sistema binário de numeração. No processamento e armazenamento de dados, um bit é a menor unidade de informação tratada pelo computador, sendo representada fisicamente por um elemento específico – por exemplo, um pulso isolado enviado através de um circuito, ou um pequeno ponto num disco magnético, capaz de conter um zero ou um um. Visto isoladamente, um bit não fornece nenhuma informação que um ser humano possa considerar significativa. Entretanto, em grupos de oito, os bits se tornam bytes, que são a forma mais conhecida de representação de todos os tipos de informação no computador, inclusive as letras do alfabeto e os dígitos de zero a nove. Ver também ASCII; binary (1) [binário (1)]; byte
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| bit block bloco de bits |
Na computação gráfica e nos monitores de vídeo, um grupo retangular de pixels tratados como uma unidade. Os blocos de bits recebem este nome por serem, literalmente, blocos de bits usados para descrever as características de apresentação dos pixels, como a cor e a intensidade. Os programadores utilizam os blocos de bits e uma técnica denominada bit block transfer (transferência de blocos de bits), ou bitblt, para apresentar rapidamente ou animar imagens na tela. Ver também bit block transfer (transferência de blocos de bits)
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| bit block transfer transferência de blocos de bits |
Também chamado de bitblt. Na computação gráfica e na animação, uma técnica de programação que manipula, na memória, blocos retangulares de bits representando a cor e outros atributos dos pixels que formam uma imagem na tela. A imagem descrita deste modo pode variar desde um cursor até um desenho animado. A transferência de blocos de bits funciona movendo esses blocos de bits por inteiro através da RAM de vídeo do computador, de modo que possam ser rapidamente apresentados na posição desejada da tela. A transferência de blocos de bits também pode envolver a alteração das descrições dos bits/pixels que compõem a imagem; por exemplo, as partes claras e escuras da imagem podem ser invertidas. Sendo assim, "telas" sucessivas podem ser usadas para modificar a aparência de uma imagem ou movimentá-la pelo vídeo. Alguns computadores possuem componentes especiais de hardware para a manipulação de blocos de bits independentemente do conteúdo do restante da tela. Assim, torna-se possível acelerar a animação de formas pequenas, pois o programa fica dispensado da obrigatoriedade de comparar e refazer constantemente o fundo ao redor da forma em movimento. Ver também sprite.
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| bit bucket bit bucket, depósito de bits |
Uma posição imaginária na qual os dados podem ser "despejados". Um bit bucket é um dispositivo nulo de entrada/saída no qual nenhum dado é lido e onde é possível gravar dados sem produzir nenhum efeito prático. O dispositivo NUL reconhecido pelo DOS é um bit bucket; quando enviadas para NUL, as listagens de diretórios simplesmente desaparecem
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| bit density densidade de bits |
Uma medida da quantidade de informações por unidade linear de distância ou área num meio de armazenamento, ou por unidade de tempo num canal de comunicação
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| bit depth profundidade em bits |
O número de bits por pixel alocados para o armazenamento de informações sobre as cores indexadas em um arquivo gráfico
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| bit flipping inversão de bits |
Um processo de alternância de bits – a passagem de 1s para 0s e vice-versa. Por exemplo, num programa gráfico, para inverter uma imagem de mapa de bits em preto e branco (transformar o preto em branco, e vice-versa) o programa se limitaria a inverter os bits que compõem o mapa de bits da imagem
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| bit image imagem de bits |
Um conjunto seqüencial de bits que representam, na memória, uma imagem a ser apresentada na tela, em particular nos sistemas que têm uma interface gráfica. Cada bit de uma imagem de bits corresponde a um pixel (ponto) na tela. A própria tela se constitui numa única imagem de bits; do mesmo modo, os padrões de pontos de todos os caracteres de uma fonte representam a imagem de bits da fonte. Em uma tela preta e branca, cada pixel ou é branco ou preto, e podem ser representados por um só bit. O padrão de 0s e 1s da imagem de bits determina o padrão de pontos brancos e pretos que formam a imagem na tela. Em uma tela colorida, a descrição dos pontos da tela é chamada de pixel image (imagem de pixels), pois mais de um bit é necessário para representar cada pixel. Ver também bit map (mapa de bits); pixel image (imagem de pixels). |
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| bit manipulation manipulação de bits |
Uma ação que tenciona alterar somente um ou mais bit individuais de uma palavra ou byte. A manipulação de bytes inteiros ou palavras é bem mais comum e, em geral, mais simples. Ver também mask (máscara)
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| bit map mapa de bits |
ou bitmap Uma estrutura de dados na memória que representa a informação na forma de um conjunto de bits individuais. Um mapa de bits é utilizado para representar uma imagem de bits. Uma outra utilização de um mapa de bits é a representação de blocos de armazenamento em um disco, indicando se cada bloco está disponível (zero), ou se está em uso (um). Ver também bit image (imagem de bits); pixel image (imagem de pixels)
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| bit parallel bits paralelos |
A transmissão simultânea de todos os bits de um conjunto (um byte, por exemplo) através dos diversos fios de um cabo. Ver também parallel transmission (transmissão paralela)
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| bit pattern padrão de bits |
1. Uma seqüência de bits usada, geralmente, para indicar as combinações possíveis de um número específico de bits, sem duplicidade. Por exemplo, um padrão de três bits permitiria oito combinações possíveis, e um padrão de oito bits permitiria 256 combinações possíveis. 2. Um padrão de pixels pretos e brancos num computador capaz de suportar gráficos de mapa de bits. Ver também pixel
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| bit plane plano de bits |
1. Um dos conjuntos de mapas de bits que coletivamente formam uma imagem colorida. Cada plano de bits contém os valores para um dos bits do conjunto que descreve um pixel. Um plano de bits permite a representação de duas cores (em geral, preto e branco); dois planos de bits, quatro cores; três planos de bits, oito cores; e assim por diante. Essas seções da memória são chamadas de planos de bits por serem tratadas como se fossem camadas separadas que se empilham para formar a imagem completa. Já no método mais tradicional, conhecido como imagem de bit pixel em bloco, os bits que descrevem um determinado pixel são armazenados no mesmo byte e de maneira contígua. O uso dos planos de bits para representar cores é, com freqüência, associado à utilização de uma tabela de pesquisa de cores, ou mapa de cores, que permite associar cores a determinados padrões de bits. Os modos gráficos de 16 cores dos vídeo EGA e VGA utilizam a técnica dos planos de bits. Os quatro planos correspondem aos quatro bits do código IRGB. Ver também color look-up table (tabela de pesquisa de cores); color map (mapa de cores); EGA; IRGB; layering (divisão em camadas); VGA. Comparar com color bits (bits de cor). 2. Mais raramente, cada nível de um conjunto de imagens superpostas (como diagramas de circuitos) a serem apresentadas na tela
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| bit rate taxa de transferência |
A velocidade na qual os dígitos binários são transmitidos. Ver também transfer rate (taxa de transferência)
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| bit serial bits seriais |
A transmissão simultânea de todos os bits de um byte em série através de um único fio. Ver também transmissão serial
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| bit slice microprocessor microprocessador de bit slice |
Um componente para a construção de microprocessadores personalizados e de uso especial. Esses chips podem ser programados para executar as mesmas tarefas realizadas por outras CPUs, mas eles operam com pequenas unidades de informação, por exemplo, dois ou quatro bits. Eles são combinados com outros processadores que podem trabalhar com palavras maiores
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| bit stream fluxo de bits |
1. Uma série de dígitos binários que representam um fluxo de informações transferidas através de um determinado meio. 2. Na comunicação síncrona, uma seqüência contínua de dados na qual os caracteres são separados uns dos outros pela estação receptora, sem que sejam inseridas "marcas", como bits de início e de fim, entre os dados
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| bit stuffing inserção de bits |
O costume de inserir bits extras no fluxo de dados transmitidos. A inserção de bits é usada para assegurar que determinadas seqüências especiais de bits só apareçam nas posições desejadas. Por exemplo, nos protocolos HDLC, SDLC e X.25, seis bits um seguidos só podem aparecer no início e no final de um quadro (bloco) de dados e, portanto, a inserção de bits é utilizada com a finalidade de incluir um bit zero no fluxo de dados sempre que forem detectados cinco bits um seguidos. Os bits zero inseridos desta maneira são retirados pela estação receptora de modo que os dados voltem a ter o formato original. Ver também HDLC; SDLC; X.25
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| bit transfer rate taxa de transferência de bits |
Ver transfer rate (taxa de transferência).
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| bit twiddler escovador de bits |
Gíria usada com referência às pessoas que se dedicam aos computadores, em particular às que gostam de programar em linguagem assembly. Ver também hacker
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| bit-oriented protocol protocolo baseado em bits |
Um protocolo de comunicação no qual os dados são transmitidos sob a forma de um fluxo contínuo de bits, em vez de serem compostos por strings de caracteres. Como os bits transmitidos não possuem nenhum significado intrínseco em termos de um conjunto de caracteres específico (como o ASCII), os protocolos baseados em bits utilizam seqüências especiais de bits, em lugar de caracteres reservados, para fins de controle. O protocolo HDLC (high-level data link control) definido pela ISO (International Organization for Standardization) é um protocolo baseado em bits. |
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| bit. newsgroups newsgoups bit |
Uma hierarquia de newsgroups da Internet que espelha o conteúdo de algumas listas de debates da BITNET. Ver também BITNET.
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| bitblt |
Ver bit block transfer (transferência de blocos de bits).
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| bitmapped font fonte de mapa de bits |
Um conjunto de caracteres de um determinado tamanho e estilo no qual cada caractere é descrito sob a forma de um mapa de bits (padrão de pontos) específico. As fontes de tela do Macintosh são exemplos de fontes de mapa de bits. Ver também downloadable font (fonte de disco); outline font (fonte geométrica); TrueType. Comparar com PostScript font (fonte PostScript); vector font (fonte vetorial).
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| bitmapped graphics gráfico de mapa de bits |
Gráficos que são representados como arrays de bits em endereços da memória que representam os atributos dos pixels individuais em uma imagem (um bit por pixel para um vídeo preto e branco, e vários bits por pixel em um vídeo colorido ou em escala de tons). Os gráficos de mapa de bits são característicos dos programas de desenho livre, que tratam as imagens como grupos de pontos em vez de formas geométricas. Ver também bit image (imagem de bits); bit map (mapa de bits); pixel image (imagem de pixel). Comparar com object-oriented graphics (gráficos orientados a objetos, gráficos baseados em objetos).
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| BITNET |
Acrônimo para Because It's Time Network. Uma rede remota, fundada em 1981 e administrada pelo CREN (Corporation for Research and Educational Networking) em Washington D.C., e usada para fornecer serviços de correio eletrônico e de transferência de arquivos entre computadores de grande porte em instituições educacionais e de pesquisa na América do Norte, Europa e Japão. A BITNET utiliza o protocolo NJE (Network Job Entry) IBM em vez do TCP/IP, mas pode trocar mensagens de correio eletrônico com a Internet. O software listserv para a manutenção de listas de debates teve sua origem na BITNET. |
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| bits per inch bits por polegada |
Uma medida da capacidade de armazenamento de dados; o número de bits que cabem numa polegada de espaço em disco ou fita. Nos discos, os bits por polegada são medidos com base na circunferência das trilhas. Ver também packing density (densidade de compactação). Acrônimo: BPI.
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| bits per second bits por segundo |
Ver bps. |
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| BIX |
Acrônimo de BYTE Information Exchange. Um serviço online criado pela revista BYTE, que agora pertence à Delphi Internet Services Corporation, empresa que também o administra. O BIX oferece correio eletrônico, download de softwares e conferências sobre hardware e software. |
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| biz. newsgroups newsgroups biz |
Newsgroups da Usenet que fazem parte da hierarquia biz. e que têm o prefixo biz. Esses newsgroups são voltados a discussões relacionadas à área de negócios. Ao contrário da maioria das hierarquias de newsgroups, os newsgroups .biz permitem que os usuários publiquem anúncios e outros materiais de marketing. Ver também newsgroup; traditional newsgroup hierarchy (hierarquia tradicional de newsgroup).
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| black box caixa preta |
Uma unidade de hardware cuja estrutura interna é desconhecida, mas cuja função está documentada. A mecânica interna da função não tem importância para o projetista que utiliza a caixa preta pensando apenas em seu resultado. Por exemplo, um chip de memória poderia ser encarado como uma caixa preta. Muita gente usa os chips de memória e até cria projetos de computador utilizando esses chips, mas apenas os projetistas de chips precisam conhecer o seu funcionamento interno.
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| blackout |
Uma condição em que o nível de eletricidade cai a zero; uma perda completa de força. Um grande número de fatores pode causar um blackout, incluindo desastres naturais, como uma tempestade ou um terremoto, ou uma falha em equipamentos da companhia que fornece eletricidade, tais como um transformador ou uma linha de força. Um blackout pode ou não danificar um computador; isso depende do estado do computador no momento da falha. Da mesma forma que desligar um computador sem antes gravar os dados, um blackout leva a uma perda irremediável dos dados não gravados. A situação potencialmente mais prejudicial é aquela em que o blackout ocorre enquanto uma unidade de disco está executando uma operação de leitura/gravação de dados no disco. As informações que estiverem sendo lidas ou gravadas provavelmente serão danificadas, causando a perda de uma pequena parte de um arquivo, de todo o arquivo ou de todo o disco; a própria unidade de disco pode sofrer algum dano resultante de um blackout. A única maneira confiável de evitar os danos causados por um blackout é utilizar um no-break equipado com bateria. Ver também UPS. Comparar com brownout.
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| blank1 branco |
O caractere obtido ao se pressionar a barra de espaço. Ver também space character (espaço, branco).
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| blank2 apagar, branquear |
Não mostrar ou não apresentar imagens na tela inteira ou em parte dela.
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| blanking branqueamento |
A supressão momentânea de um sinal de vídeo quando o canhão de elétrons de um monitor de varredura é posicionado para apresentar uma nova linha. Depois de traçar cada linha, o feixe fica na extremidade direita da tela e deve retornar à extremidade esquerda (retraço horizontal) para iniciar uma nova linha. O sinal de vídeo deve ser desativado durante o tempo de retraço (intervalo de branqueamento horizontal) para evitar a sobreposição da linha recém-apresentada. De mesma forma, o canhão de elétrons deve retornar ao canto superior esquerdo da tela (retraço vertical) depois de apresentar a última linha da tela, assim como o feixe deve ser desativado durante o tempo desse retraço (intervalo de branqueamento vertical), de modo a evitar que a tela fique marcada pelos percursos do retraço.
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| blast queimar |
Ver burn (queimar). |
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| bleed sangrado |
Num documento impresso, qualquer elemento que ultrapasse a margem da página ou seja impresso na medianiz. Este tipo de impressão costuma ser utilizado nos livros, com a finalidade de assinalar as páginas mais importantes, facilitando a sua localização.
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| blind carbon copy cópia carbono cega |
Ver bcc. |
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| blind courtesy copy cópia bcc |
Ver bcc. |
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| blind search pesquisa cega |
Uma pesquisa de dados na memória ou num dispositivo de armazenamento sem nenhum conhecimento prévio sobre a ordem ou a localização dos dados. Ver também linear search (pesquisa linear). Comparar com binary search (pesquisa binária); indexed search (pesquisa indexada).
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| blink piscar |
Com referência ao vídeo, apagar e reacender repetidamente os caracteres ou imagens. O uso de caracteres piscantes é típico nos cursores, pontos de inserção, opções de menus, mensagens de advertência e outros elementos cuja finalidade é chamar a atenção do usuário. Em alguns casos o efeito pode ser controlado pelo usuário.
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| blink speed velocidade de piscamento |
A velocidade na qual o cursor que indica o ponto de inserção ativo em uma janela de texto, ou outro elemento de apresentação, pisca. |
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| blip |
Uma pequena marca em um meio de gravação, como um microfilme, usada para contagem ou localização. |
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| bloatware |
Software cujos arquivos ocupam uma área de armazenamento extremamente grande no disco rígido do usuário, em especial se comparado com suas versões anteriores.
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| block cipher cifra de bloco |
Um método de criptografia de chave privada que criptografa dados em blocos de tamanho fixo (em geral 64 bits). O bloco de dados criptografados contém o mesmo número de bits do original. Ver também encryption (criptografia); private key (chave privada).
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| block cursor cursor retangular |
Um cursor na tela que tem a mesma largura e altura em pixels que a célula do caractere no modo texto. Um cursor de bloco é usado em aplicações baseadas no texto, especialmente como ponteiro do mouse, se houver um mouse instalado no sistema. Ver também character cell (célula do caractere); cursor (definição 1); mouse pointer (ponteiro do mouse).
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| block device dispositivo de blocos |
Um dispositivo, como uma unidade de disco, que movimenta as informações em blocos – grupos de bytes – em vez de tratar um caractere (byte) de cada vez. Comparar com character device (dispositivo de caracteres).
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| block diagram diagrama de blocos |
Uma representação gráfica do computador ou algum outro sistema, onde blocos com labels são usados para representar os componentes do sistema, e as linhas e as setas entre os blocos indicam os caminhos e as relações entre os elementos. Os diagramas de blocos são um esquema genérico que mostra as partes que formam um sistema e o modo como ele funciona. Para mostrar os vários componentes desse sistema com mais detalhes, são usados outros tipos de diagramas, como fluxogramas e esquemas. Comparar com bubble chart (gráfico de bolhas); flowchart (fluxograma).
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| block gap intervalo entre os blocos |
O espaço físico não-utilizado que separa blocos de dados, ou registros físicos, em uma fita ou nos setores formatados de um disco. Também chamado de IBG; interblock gap (intervalo entre os blocos).
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| block header cabeçalho do bloco |
Informações que aparecem no início do bloco de dados e servem para sinalizar o início do bloco, para identificar o bloco, para fornecer informações de verificação de erros e para descrever características como o tamanho do bloco e os tipos de dados que ele contém. Ver também header (cabeçalho – definição 2).
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| block length tamanho do bloco |
O tamanho, geralmente medido em bytes, de um bloco de dados. Os tamanhos de blocos costumam variar entre 512 bytes e 4.096 kilobytes (KB), dependendo da finalidade para a qual os blocos são usados.
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| block move reposicionamento de blocos, movimentação de blocos |
O movimento de um número de itens de dados em conjunto para uma outra localização, como na reorganização de documentos com um processador de textos, ou a mudança do conteúdo de uma faixa de células em uma planilha eletrônica. A maioria das CPUs tem instruções que suportam o reposicionamento de blocos com facilidade.
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| block size tamanho do bloco |
O tamanho declarado de um bloco de dados transferido internamente em um computador, via FTP ou por modem. O tamanho é, em geral, escolhido de modo a tirar o melhor proveito dos dispositivos de hardware envolvidos. Ver também FTP1 (definição 1).
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| block structure estrutura de blocos |
A organização de um programa em grupos de instruções denominadas blocos, que são tratados como uma unidade. Várias linguagens de programação – principalmente Ada, C e Pascal – suportam a estrutura de blocos. Os blocos são seções de código separadas do restante do programa por delimitadores especiais (como BEGIN e END, ou { e }), que podem ser consideradas como se fossem uma única instrução. Por exemplo, no C, cada função é um bloco separado. A estrutura de blocos também limita o escopo das constantes, tipos de dados e variáveis, que passam a valer apenas dentro do bloco onde foram definidas. Ver também function (função – definição 2); procedure (procedimento); scope (escopo).
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| block transfer transferência de blocos |
A movimentação de dados em blocos distintos (grupos de bytes).
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| block1 bloco |
1. Geralmente, um conjunto contíguo de coisas semelhantes e que são tratadas como um todo. 2. Uma seção da memória de acesso aleatório temporariamente designada (alocada) a um programa pelo sistema operacional. 3. Um grupo de instruções de um programa tratadas como uma unidade. Por exemplo, se uma determinada condição é verdadeira, todas as instruções do bloco são executadas, mas nenhuma delas é executada se a condição é falsa. 4. Uma unidade de informações transmitidas, consistindo de códigos de identificação, dados e códigos de verificação de erros. 5. Um conjunto de bits de dados consecutivos lidos ou gravados em grupo. 6. Uma matriz retangular de pixels tratada como uma unidade. 7. Um segmento de texto que pode ser selecionado e trabalhado como um todo em uma aplicação.
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| block2 dividir em blocos, marcar um bloco, bloquear |
1. Distribuir um arquivo em blocos de armazenamento fixos. 2. Impedir um sinal de ser transmitido. 3. Selecionar um segmento de texto, usando o mouse, seleção de menu ou tecla de cursor, para trabalhá-lo de alguma maneira, como formatar ou excluir o segmento.
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| blocking factor fator de blocagem |
1. O tamanho do grupo de dados transferidos entre um dispositivo de blocos, como um disco. A unidade de disco vai ler o bloco inteiro mesmo que sejam requisitados menos bytes. Os fatores de blocagem mais comuns nos PCs são 128, 256 e 512 bytes. 2. O número de registros de arquivos em um bloco de disco. Se o tamanho de registro para um arquivo é de 170 bytes, um bloco no disco contém 512 bytes e os registros não transpõem os blocos, então o fator de blocagem é três, e cada bloco contém 510 (170 x 3) bytes de dados e dois bytes não-utilizados.
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| blow queimar |
Ver burn (queimar). |
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| blow up dar pau |
Terminar de modo inesperado, como quando um programa ultrapassa algum limite computacional ou de armazenamento e não consegue lidar com a situação. Por exemplo, "Tentei desenhar fora da janela e a rotina gráfica travou". Ver também abend; abort (abortar).
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| blue screen tela azul |
Uma técnica usada em efeitos especiais de filmagem em que uma imagem é sobreposta a outra. A ação ou objetos são filmados contra uma tela azul. O fundo desejado é filmado em separado e o filme contendo a ação ou objetos é sobreposto ao fundo. O resultado é uma imagem em que a tela azul desaparece.
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| BNC connector conector BNC |
Um par de conectores para cabos coaxiais cujas extremidades se engatam quando são encaixadas e giradas em 90 graus. Os conectores BNC costumam ser usados em circuitos fechados de televisão. Ver também coaxial cable (cabo coaxial).
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| board computer computador de placa |
Ver single-board (placa única).
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| board level nível de placa |
Um nível de enfoque na procura e reparo de defeitos que envolve a localização de um problema em um computador na sua placa de circuitos e a substituição da placa. Isso se opõe ao reparo em nível de componente, que envolve o conserto da placa em si. Em muitos casos são realizados reparos em nível de placa para que o dispositivo volte a funcionar com maior rapidez; as placas substituídas são, então, consertadas e testadas para utilização nos futuros reparos em nível de placa. Ver também circuit board (placa de circuitos).
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| board placa |
Um módulo que consiste de chips e outros componentes eletrônicos montados sobre uma placa plana e rígida e na qual são inseridos caminhos condutores entre os componentes. Um PC possui uma placa principal, chamada placa mãe, que geralmente traz o microprocessador, e slots nos quais outras pequenas placas, chamadas de cartões e adaptadores, são conectadas para aumentar a funcionalidade do sistema principal. Tais adaptadores permitem a conexão de monitores, unidades de disco e cabos de rede. Ver também adapter (adaptador, placa); card (cartão – definição 1); motherboard (placa-mãe).
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| body corpo |
Nos e-mails e newsgroups da Internet, o conteúdo de uma mensagem. O corpo de uma mensagem segue o seu cabeçalho, que por sua vez carrega informações sobre o remetente, a origem e o endereçamento da mensagem. Ver também header (cabeçalho – definição 1).
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| body face face de texto, fonte do texto principal |
Uma face (família de tipos) adequada para compor o texto principal de um documento, diferente das faces utilizadas em títulos e cabeçalhos. Pela sua maior legibilidade, as fontes com serifas, como Times e Palatino, são as mais indicadas para compor o texto, embora faces sem serifas também possam ser utilizadas com esta finalidade. Ver também sans serif (sem serifas); serif (serifas). Comparar com display face (fonte de título, tipos grandes, tipo de destaque).
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| BOF |
1. Acrônimo para birds of a feather. Reuniões de grupos de interesses especiais em feiras, conferências e convenções. As sessões BOF oferecem uma oportunidade às pessoas que trabalham com as mesmas tecnologias, mas em diferentes empresas ou instituições de pesquisa, de se reunirem e trocarem experiências. 2. Ver beginning-of-file (início do arquivo). |
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| boilerplate texto padronizado |
Texto reciclável; uma porção de escrita ou de código, tal como a declaração sobre as missões de uma organização, ou o código de gráfico que gera o logotipo de uma empresa de software, que pode ser usada indefinidamente em diversos documentos. O tamanho do texto padronizado vai de um parágrafo até várias páginas. Ele é, em essência, uma composição genérica que uma vez escrita, pode ser salva em disco e inserida, tanto integralmente quanto com pequenas alterações, em quaisquer documentos ou programas que venham a exigir tal texto
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| boldface negrito |
ÉUm estilo de tipos que torna os caracteres mais escuros e mais pesados que o estilo básico do texto. Algumas aplicações permitem que o usuário execute um comando Bold (Negrito) sobre blocos de texto; outros exigem a inclusão de códigos especiais no texto, antes e depois da seção que haverá de ser impressa em negrito. Esta frase está impressa em negrito. |
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| bomb1 bomba |
Um programa que é instalado com a intenção de danificar ou destruir um sistema – por exemplo, apagar todo um disco rígido ou torná-lo ilegível para o sistema operacional. Ver também Trojan horse (cavalo de Tróia); virus (vírus); worm (verme, worm).
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| bomb2 dar pau |
Falhar abrupta e completamente, sem dar ao usuário a chance de resolver o problema a menos que reinicie o programa ou o sistema inteiro. Ver também abend; bug (definição 1); crash2 (dar pau) (definição 1); hang (pendurar, parar).
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| bookmark file arquivo de bookmark |
1. Um arquivo do Netscape Navigator que contém os endereços dos sites mais visitados na Web. Sinônimo da pasta Favorites (Favoritos) do Internet Explorer e do hotlist do Mosaic. 2. Uma versão mais elaborada desse arquivo no formato HTML, geralmente publicado em uma página da Web em proveito de outras pessoas. Ver também HTML.
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| bookmark marcador, bookmark |
1. Um marcador inserido em ponto específico de um documento, ao qual o usuário talvez queira retornar para referências futuras. 2. No Netscape Navigator, um vínculo com uma página da Web ou outro URL que um usuário tenha armazenado em um arquivo local para retornar a ele posteriormente. Ver também Favorites folder (pasta Favoritos); hotlist; URL.
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| Boolean algebra álgebra booleana |
Uma variação da álgebra fundamental para o uso dos computadores, porém desenvolvida em meados do século XIX pelo matemático inglês George Boole, para determinar se proposições lógicas são verdadeiras ou falsas, em vez de determinar os valores de expressões numéricas. Na álgebra booleana, as variáveis ficam restritas a um dentre dois valores possíveis, verdadeiro ou falso, e as relações entre essas variáveis são expressas com operadores lógicos, como AND (E), OR (OU) e NOT (NÃO). Dadas essas variáveis de dois estados e as relações que têm entre si, a álgebra booleana produz proposições como C = A AND B, que significa que C é verdadeiro se, e somente se, tanto A quanto B forem verdadeiros; logo, ela pode ser usada para processar informações e resolver problemas. Além disso, a lógica booleana pode ser aplicada aos circuitos eletrônicos usados na computação digital. Assim como os números binários zero e um, verdadeiro e falso são dois estados facilmente representados por dois estados físicos contrastantes de um circuito, como voltagens diferentes; os circuitos de computador, conhecidos como portas lógicas, controlam o fluxo da eletricidade (bits de dados) de modo a representar AND, OR, NOT e outros operadores booleanos. Dentro do computador, essas portas lógicas são combinadas, e a saída de uma pode se tornar a entrada de outra, de maneira que o resultado final (sempre nada mais que conjuntos de 1s e 0s) seja tão significativo quanto a soma de dois números. Ver também adder (somador – definição 1); binary1 (binário); Boolean operator (operador booleano); gate (porta, portão – definição 1); logic circuit (circuito lógico); truth table (tabela de verdade).
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| Boolean booleano |
Referente aos valores lógicos (verdadeiro, falso). Várias linguagens suportam diretamente dados booleanos, com valores predefinidos para verdadeiro e falso. Outras usam dados inteiros para implementar valores booleanos, geralmente (mas não sempre) com o zero equivalendo a falso e "não zero" equivalendo a verdadeiro. Ver também Boolean algebra (álgebra booleana); Boolean operator (operador booleano).
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| Boolean expression expressão booleana |
Uma expressão que gera um valor booleano (verdadeiro ou falso). As expressões booleanas podem envolver comparações (testando a igualdade dos valores ou, para valores não-booleanos, usando os operadores relacionais < [menor que] ou > [maior que]), e combinações lógicas (usando operadores booleanos como AND [E], OR [OU] e XOR [OU exclusivo]) de expressões booleanas. Também chamada de conditional expression (expressão condicional), logical expression (expressão lógica). Ver também Boolean (booleano); Boolean algebra (álgebra booleana); Boolean operator (operador booleano); relational operator (operador relacional).
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| Boolean logic lógica booleana |
Ver Boolean algebra (álgebra booleana).
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| Boolean operator operador booleano |
Um operador cuja finalidade é trabalhar com valores booleanos. Os quatro operadores mais comuns usados na programação são: AND (E), conjunção lógica; OR (OU), inclusão lógica; XOR (OU exclusivo); e NOT (NÃO), negação lógica. Os operadores booleanos costumam ser utilizados como qualificadores nas pesquisas de bancos de dados – por exemplo, localize todos os registros onde DEPARTAMENTO = "marketing" OU DEPARTAMENTO = "vendas" E HABILIDADE = "processamento de textos". Também chamado de logical operator (operador lógico). Ver também AND (E); exclusive or (OU exclusivo); NOT (NÃO); OR (OU).
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| Boolean search pesquisa booleana |
Uma operação de pesquisa de bancos de dados que utiliza operadores booleanos. Ver também Boolean operator (operador booleano).
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| boot block bloco de inicialização, bloco de partida |
A parte do disco que contém a rotina de carga (loader) do sistema operacional e outras informações básicas que permitem ao computador executar os procedimentos de inicialização. Ver também block1 (bloco – definição 5).
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| boot disk disco de partida |
Um disquete que contém os arquivos-chave do sistema operacional de um PC, e que pode ser utilizado para dar partida ou inicializar o computador. Um disco de partida deve ser colocado na unidade de disco principal (em geral, a unidade de disco A:), e é usado quando há qualquer problema ao se dar partida no PC pelo disco rígido, o que é o usual. Também chamado de bootable disk (disco de partida). Ver também A:; boot2 (inicializar, dar a partida); boot drive (unidade de partida); hard disk (disco rígido).
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| boot drive unidade de partida |
Em um computador PC, a unidade de disco que a BIOS utiliza para carregar automaticamente o sistema operacional quando o computador é ligado. Em geral, a unidade de partida padrão é a unidade A: nos computadores PC e compatíveis que utilizam os sistema operacionais MS-DOS, Windows 3.x ou Windows 95. Se não for encontrado o disquete de partida nessa unidade, em seguida, o BIOS verifica o disco rígido principal, que é a unidade C:. O BIOS desses sistemas operacionais pode ser reconfigurado para buscar os arquivos de sistema primeiro na unidade C:, através do programa de configuração da BIOS. Ver também A:; BIOS; disk drive (unidade de partida); hard disk (disco rígido).
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| boot failure falha de partida |
A incapacidade de um computador em localizar ou ativar o sistema operacional e, por conseguinte, de dar partida ou inicializar o computador. Ver também boot2 (inicializar, dar a partida).
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| boot loader rotina de partida |
Ver bootstrap loader (rotina de partida).
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| boot partition partição de partida |
A partição de um disco rígido que contém o sistema operacional e arquivos auxiliares que o sistema carrega para a memória quando o computador é ligado ou reinicializado.
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| Boot Protocol |
Um protocolo descrito nos RFCs 951 e 1084 que é usado para dar partida em estações de trabalho sem disco. Também chamado de BOOTP. Ver também boot2 (inicializar, dar a partida), RFC.
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| boot record registro de partida |
A seção de um disco que contém o sistema operacional.
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| boot sector setor de inicialização, setor de partida |
A parte do disco reservada para o bootstrap loader (rotina de inicialização) do sistema operacional. O setor de partida costuma conter um programa curto em linguagem de máquina que carrega o sistema operacional.
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| boot up partida |
Ver boot1 (inicialização, partida).
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| boot1 inicialização, partida |
O processo de inicializar ou reinicializar um computador. Ao ser ligado pela primeira vez (partida a frio), ou ao ser religado (partida quente), o computador executa o software que é carregado e inicia o sistema operacional e se prepara para o uso normal. Logo, pode-se dizer que o computador se põe de pé puxando o cadarço (bootsatraps) das próprias botas. Também chamado de bootstrap. Ver também BIOS; bootstrap loader (rotina de partida); cold boot (partida a frio); warm boot (partida a quente).
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| boot2 inicializar, dar a partida |
1. Inicializar ou reinicializar o computador ligando-o, pressionando o botão de reinicialização, ou dando um comando de reinicialização. Também chamado de bootstrap; boot up (partida). Ver também reboot (reinicialização). 2. Executar o programa da rotina de partida. Também chamado de bootstrap; Ver também bootstrap loader (rotina de partida).
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| bootable de partida |
Que contém os arquivos de sistema necessários para dar partida em um computador e executar o sistema operacional. Ver também boot2 (inicializar, dar a partida).
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| bootable disk disco de partida |
Ver boot disk (disco de partida).
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| BOOTP |
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| bootstrap loader rotina de partida |
Um programa executado automaticamente sempre que o computador é ligado, ou inicializado. Depois de submeter o hardware a alguns testes básicos, a rotina de partida carrega uma rotina maior e transfere o controle a ela que, na maioria dos casos, carrega o sistema operacional na memória. A rotina de partida costuma residir na memória de leitura (ROM) do computador.
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| bootstrap1 partida |
Ver boot1 (inicialização, partida).
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| bootstrap2 |
Ver boot2 (inicializar, dar a partida).
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| border borda |
1. Nos programas e ambientes operacionais que utilizam janelas, o retângulo que delimita a superfície de trabalho do usuário. As bordas das janelas enquadram os documentos e gráficos. Dependendo do programa e seus requisitos operacionais, elas também podem representar uma área dentro da qual o cursor ou a seta do mouse assumem características especiais. Por exemplo, em alguns programas, se o mouse for acionado sobre a borda de uma janela, o usuário poderá redimensionar a janela ou dividi-la em duas. 2. Na impressão, linhas ou motivos decorativos acompanhando uma ou mais margens de uma página ou ilustração.
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| Border Gateway Protocol |
Um protocolo usado pela NSFnet que é baseado no External Gateway Protocol. Acrônimo: BGP. Ver também External Gateway Protocol; NSFnet.
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| boss screen tela falsa |
Uma tela de vídeo falsa que, em geral, apresenta material relacionado com negócios, e que pode substituir a tela de um jogo quando o chefe passa pela sala. As telas falsas eram muito populares com os jogos para MS-DOS, onde era difícil passar rapidamente para outra aplicação. Os jogos projetados para Mac ou Windows 95, entretanto, não precisam dessas telas porque é fácil acessar outra tela ou aplicação e esconder o fato de que se estava jogando.
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| bot robô |
1. Abreviatura de robot (robô). A representação de uma pessoa ou outra entidade cujas ações são baseadas em um programa. 2. Um programa que executa alguma tarefa em uma rede, especialmente uma tarefa repetitiva e demorada. 3. Na Internet, um programa que executa uma tarefa repetitiva e demorada, como pesquisar sites e newsgroups da Web, buscando e indexando informações contidas em um banco de dados ou em outro sistema de manutenção de registros (chamados spiders); enviar automaticamente um ou mais artigos a vários newsgroups (que costumam ser usados em inundações e são chamados de spambots); e manter canais IRC abertos. Também chamado de Internet robot (robô da Internet). Ver também IRC; newsgroup; spam (inundação); spambot; spider.
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| bottom-up design projeto bottom-up |
Uma metodologia de projeto de programas na qual as tarefas de nível inferior são definidas em primeiro lugar; o projeto das funções de nível mais alto é feito depois do projeto das funções de nível mais baixo. Ver também bottom-up programming (programação bottom-up); top-down programming (programação top-down). Comparar com top-down design (projeto top-down).
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| bottom-up programming programação bottom-up |
Uma técnica de programação na qual as funções de nível inferior são desenvolvidas e testadas em primeiro lugar; as funções de nível mais alto são construídas a partir das funções de nível inferior. Muitos programadores acreditam que o ideal é combinar o projeto top-down com a programação bottom-up. Ver também top-down design (projeto top-down). Comparar com object-oriented programming (programação orientada a objetos, programação baseada em objetos); top-down programming (programação top-down).
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| bounce devolver, rebater |
Retornar ao remetente. Este termo é utilizado em relação a uma mensagem de correio eletrônico que não pode ser entregue.
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| BounceKeys Teclas de Aderência |
Um recurso do Windows 95 que instrui o processador a ignorar pressionamentos de teclas repetidos ou acidentais.
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| bound1 limitado |
Que limita a performance ou a velocidade; por exemplo, um sistema input/output-bound (limitado pela entrada/saída) fica limitado pela velocidade de seus dispositivos de entrada/saída (teclado, unidades de disco, e assim por diante), mesmo que o processador ou o programa sejam capazes de funcionar a uma velocidade maior.
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| bound2 limite |
Limite superior ou inferior de uma faixa de valores válidos.
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| bounding box quadro delimitador |
Ver graphic limits (limites gráficos).
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| Bourne shell shell Bourne |
O primeiro e maior shell, ou interpretador de comandos, para o UNIX e parte da versão V do AT&T System. O Bourne shell foi desenvolvido no AT&T Bell Laboratories, por Steve Bourne, em 1979. Embora não tenha alguns recursos comuns de outros shells UNIX, como a edição por comandos de linha e o registro de comandos emitidos anteriormente, foi ao Bourne shell que a maioria dos scripts de shell aderiu. Também chamado de sh. Ver também shell1; shell script (script de shell); System V; UNIX. Comparar com C shell; Korn shell (shell Korn).
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| Boyce-Codd normal form forma normal de Boyce-Codd |
Ver normal form (forma normal – definição 1).
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| bozo bobo |
Uma gíria usada com freqüência na Internet, especialmente nos newsgroups, fazendo referência a uma pessoa boba ou excêntrica.
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| bozo filter filtro de bobos |
Na Internet, uma gíria que identifica um recurso existente em alguns clientes de correio eletrônico e leitores de newsgroups. Também pode ser um utilitário que permite ao usuário bloquear, ou filtrar, as mensagens ou artigos de newsgroup que chegam de determinados indivíduos. Em geral, esses indivíduos são aqueles de que o usuário não quer ouvir falar, como os bobos. Também chamado de kill file (arquivo de eliminação). Ver também bozo (bobo).
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| BPI |
Ver bits per inch (bit por polegada); bytes per inch (bytes por polegada).
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| bps |
Abreviatura de bits per second (bits por segundo). A velocidade em que dispositivos, como os modems, fazem a transferência de dados. A velocidade em bps não equivale à taxa de transmissão de dados em bauds. Ver também baud; baud rate (taxa de transmissão de dados).
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| brain dump |
Um grande volume de informações desorganizadas, apresentadas como resposta a uma pesquisa realizada através do correio eletrônico ou de um artigo de newsgroup, que são difíceis de sintetizar ou interpretar.
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| braindamaged maluco |
Que apresenta um comportamento imprevisível ou destrutivo. Um programa ou utilitário "maluco" se caracteriza por alguns ou todos os seguintes aspectos: uso misterioso ou pouco intuitivo da interface com o usuário; incapacidade de executar os comandos conforme se espera, bloqueio da RAM mesmo que não esteja sendo utilizada; arquivos deixados abertos e o uso de elementos "reservados" do sistema operacional, que pode resultar em um erro fatal em um programa ou no próprio sistema operacional. Os programas "malucos" também são responsáveis por diversos problemas em redes locais. Comparar com kludge (definição 2).
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| branch desvio |
1. Um nó intermediário entre a raiz e as folhas em alguns tipos de estruturas lógicas em árvore, assim como a estrutura de diretórios no Windows ou a organização da distribuição de fita. 2. Qualquer conexão entre dois itens, como os blocos em um fluxograma ou os nós de uma rede. 3. Ver branch instruction (instrução de desvio).
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| branch instruction instrução de desvio |
Uma instrução em assembly ou linguagem de máquina que transfere o controle para outra instrução, geralmente com base em alguma condição (ou seja, o controle só será transferido se uma determinada condição for verdadeira ou falsa). As instruções de desvio mais comuns são geralmente transferências relativas, saltando de um número específico de bytes para a frente ou para trás. Ver também GOTO statement (instrução GOTO); jump instruction (instrução de salto).
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| branch prediction previsão de desvio |
Uma técnica empregada em alguns processadores com uma instrução chamada pré-busca para descobrir se um programa vai ou não executar um desvio, e para buscar o código executável no local adequado. Quando uma instrução de desvio é executada, essa instrução, bem como a instrução seguinte, é armazenada em um buffer. Essa informação é usada para prever que desvio a instrução vai adotar da próxima vez que for executada. Quando essa previsão está correta (como ocorre em 90 por cento dos casos), a execução de um desvio não causa uma interrupção no pipeline; portanto, o sistema não se torna lento pela necessidade de recuperar a instrução seguinte. Ver também branch instruction (instrução de desvio); buffer1; central processing unit (unidade central de processamento); pipeline processing (processamento pipeline).
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| branchpoint ponto de desvio |
O local onde uma determinada instrução de desvio será executada caso a condição apropriada (se houver) seja atendida. Ver também branch instruction (instrução de desvio).
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| BRB |
Acrônimo para (I'll) be right back ([eu] volto já). Uma expressão usada, geralmente, em serviços de bate-papo ao vivo pela Internet, e em serviços de informações online, pelos participantes que querem dizer que vão se ausentar do grupo por algum tempo. Ver também chat1 (bate-papo – definição 1).
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| breadboard |
Uma placa vazia e perfurada, que é usada como suporte para protótipos de circuitos eletrônicos. Os projetistas colocavam os componentes na parte superior da placa, e os fios que os conectavam na superfície inferior. Hoje, o termo é utilizado para descrever uma placa de plástico que contém centenas de pequenos orifícios quadrados dispostos geometricamente e conectados por tiras metálicas, nos quais são inseridos os pinos dos chips. Comparar com wire-wrapped circuits (circuitos de fiação).
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| Break key tecla Break |
Uma tecla, ou combinação de teclas, usada para fazer com que o computador interrompa o processo que está sendo executado. Nos IBM PCs e compatíveis que utilizam o DOS, o pressionamento da tecla Pause/Break, ou Scroll Lock/Break, em conjunto com a tecla Ctrl, gera o comando de interrupção (bem com Ctrl+C). Nos computadores Macintosh, a combinação de teclas que gera um código de interrupção é Command+ponto.
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| break1 interrupção |
1. A interrupção de um programa causada pelo pressionamento da tecla Break ou equivalente. 2. A interrupção de uma transmissão que ocorre quando a estação receptora interrompe a recepção e assume o controle da linha, ou quando a estação transmissora corta a transmissão prematuramente.
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| break2 interromper, bichar |
1. Parar a execução em um determinado ponto, em geral para fins de depuração. 2. Fazer com que uma rotina, módulo ou programa que anteriormente funcionavam sem problemas deixem de funcionar corretamente.
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| breakout box |
Um pequeno aparelho que pode ser conectado entre dois dispositivos, como um computador e um modem, ou um computador e uma porta serial, com a finalidade de verificar e, se desejado, redirecionar os sinais transmitidos através de cada fio do cabo. |
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| breakpoint ponto de interrupção |
O ponto dentro de um programa onde a execução será interrompida para que o programador possa examinar o status do programa, o conteúdo das variáveis, e assim por diante. Os pontos de interrupção são definidos e utilizados no depurador, e costumam ser implementados através da inserção de algum tipo de instrução de salto, chamada ou captura que transfira o controle para o depurador. Ver também debug (depurar); debugger (depurador).
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| BRI |
Acrônimo para Basic Rate Interface. Um serviço de assinaturas ISDN que usa dois canais B (64 Kbps) e um canal D (64 Kbps) para transmitir sinais de voz, vídeo e dados. Ver também ISDN.
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| bridge ponte |
1. Um dispositivo que conecta redes usando os mesmos protocolos de comunicação de modo que as informações possam ser passadas de uma rede para outra. Comparar com gateway. 2. Um dispositivo que conecta duas redes locais, mesmo que elas não utilizem o mesmo protocolo. Uma ponte opera na camada de enlace de dados ISO/OSI. Ver também data-link layer (camada de enlace de dados). Comparar com router (roteador).
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| bridge router roteador ponte |
Um dispositivo que suporta tanto as funções de uma ponte quanto as de um roteador. Um roteador ponte conecta dois segmentos de uma rede local ou de uma rede remota, transmitindo pacotes de dados entre os segmentos, conforme necessário, e utiliza endereços de Nível dois para o roteamento. Também chamado de Brouter. Ver também bridge (ponte – definição 2); router (roteador).
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| bridgeware bridgeware |
Um termo genérico usado para designar produtos de hardware ou software cuja finalidade é converter programas aplicativos ou arquivos de dados entre formatos diferentes.
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| Briefcase Porta-arquivos |
Uma pasta de sistema no Windows 95 usada para a sincronização de arquivos entre dois computadores, geralmente entre um comutador de mesa e um laptop. O Porta-arquivos pode ser transferido para outro computador através de um disco, de um cabo ou de uma rede. Quando os arquivos são transferidos de volta para o computador de origem, o Porta-arquivos atualiza todos os arquivos para a sua versão mais recente.
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| brightness brilho |
A luminosidade de um objeto visível. Na realidade, o brilho está nos olhos (e na mente) de quem vê; uma vela no meio da noite parece mais brilhante que a mesma vela com as luzes acesas. Embora seja um valor subjetivo, que não se mede por instrumentos físicos, o brilho pode ser medido em graus de luminância (energia irradiada). O componente de brilho de uma cor é diferente da cor propriamente dita (tom) e da intensidade da cor (saturação). Ver também color model (modelo de cores); HSB.
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| broadband banda larga |
Referente aos sistemas de comunicação cujo meio de transmissão (como um fio ou cabo de fibra ótica) transporta várias mensagens ao mesmo tempo, com cada mensagem modulada em sua própria freqüência portadora por meio de modems. A comunicação de banda larga é usada em redes WAN. Comparar com baseband (banda-base).
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| broadband modem modem de banda larga |
Um modem que deve ser utilizado em uma rede de banda larga. A tecnologia de banda larga permite que várias redes coexistam em um só cabo. O tráfego de uma rede não interfere com o tráfego de outra rede, pois a interação acontece em freqüências específicas, de maneira semelhante ao sistema de rádio comercial. Ver também broadband network (rede de banda larga).
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| broadband network rede de banda larga |
Uma rede local na qual as transmissões trafegam como sinais de freqüências de rádio em canais separados para a recepção e a transmissão. As estações em uma rede de banda larga são conectadas por cabos coaxiais ou de fibras óticas. O cabo propriamente dito pode transmitir dados, voz e vídeo simultaneamente através de vários canais de transmissão que têm freqüências distintas. Uma rede de banda larga pode atingir velocidades operacionais muito elevadas (20 megabits ou mais), porém são mais caras que as redes de banda base e sua instalação costuma ser mais complicada. Elas se baseiam na mesma tecnologia das televisões a cabo. Também chamada de wideband transmission (transmissão em banda larga). Comparar com baseband network (rede de banda base).
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| broadcast storm congestionamento de transmissões |
Uma transmissão em rede que leva vários hosts a responder simultaneamente, sobrecarregando a rede. Uma tempestade de transmissões pode acontecer quando os antigos roteadores TCP/IP são misturados com roteadores que suportam um protocolo mais recente. Também chamado de network meltdown (tempestade de transmissões). Ver também communications protocol (protocolo de comunicação); router (roteador); TCP/IP.
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| broadcast1 difundido, de transmissão pública |
Enviado a mais de um receptor. Na comunicação e nas redes, uma mensagem difundida é uma mensagem distribuída a todas as estações. Ver também e-mail1 (correio eletrônico, e-mail – definição 1)
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| broadcast2 difusão, transmissão pública, broadcast |
Assim como no rádio e na televisão, uma transmissão enviada a mais de um receptor.
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| Brouter |
Ver bridge router (roteador ponte).
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| brownout |
Uma condição na qual o nível de eletricidade fica muito reduzido por um tempo considerável. Ao contrário de um blackout, ou perda total de energia, em um brownout o fluxo de eletricidade de todos os dispositivos conectados à rede elétrica é mantido, porém, em níveis mais baixos que os normais (120 volts nos Estados Unidos). Um brownout pode ser extremamente prejudicial para dispositivos eletrônicos sensíveis, como os computadores, pois uma voltagem reduzida, e com freqüência flutuante, pode fazer com que os componentes trabalhem por intervalos de tempo mais longos do que os previstos em seu projeto. Em um computador, um brownout é caracterizado por uma área de exibição menor, mais fraca e mais ou menos flutuante, além de um comportamento imprevisível por parte da unidade de sistema. A única forma confiável de evitar os danos causados por uma condição de brownout é fazer uso de um no-break equipado com bateria. Ver também UPS. Comparar com blackout.
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| browse navegar, paginar, pesquisar, folhear |
Percorrer um banco de dados, uma lista de arquivos ou a Internet à procura de um elemento específico ou de qualquer dado que possa ser de interesse; em geral, uma atividade ligada à consulta e não à modificação das informações. Entre os hackers, a navegação é uma forma (em princípio) não-destrutiva de busca de informações sobre um computador desconhecido, depois que ele é acessado sem autorização.
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| browser box |
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| browser navegador, browser |
Ver Web browser (navegador da Web).
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| BRS |
Ver big red switch (grande interruptor vermelho, grande botão vermelho).
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| brush pincel |
Uma ferramenta usada para traçar ou preencher áreas de uma figura com a cor e o padrão selecionados no momento. Os programas de desenho livre que oferecem uma variedade de formas de pincel são capazes de produzir traços de larguras diferentes e, em certos casos, com efeitos de sombreado e caligrafia.
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| BSC |
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| BSD UNIX |
Acrônimo para Berkeley Software Distribution UNIX. Uma versão do UNIX desenvolvida na Universidade da Califórnia, em Berkeley. As inovações mais importantes introduzidas pelo BSD foram o suporte a redes, um suporte extra a periféricos e o uso de nomes de arquivos estendidos. O BSD UNIX foi um instrumento importante para a aceitação geral do UNIX e para a conexão de instituições acadêmicas com a Internet. O BSD UNIX é desenvolvido pela Berkeley Software Design, Inc. Ver também UNIX.
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| BTW ou btw |
Acrônimo para by the way. Uma expressão usada com freqüência como um prefixo para comentários em mensagens de correio eletrônico e artigos de newsgropus da Internet.
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| bubble chart gráfico de bolhas |
Um tipo de gráfico no qual círculos comentados (bolhas), representado categorias, operações, ou procedimentos, são conectados por linhas ou setas, que por sua vez representam o fluxo de dados ou outras relações entre os item representados pelas bolhas. Na análise de sistemas, os gráficos de bolhas, e não os diagramas de blocos ou fluxogramas, são usados para descrever as conexões entre os conceitos ou partes de um todo, sem enfatizar um relacionamento estrutural, seqüencial ou de procedimento entre as partes. Comparar com block diagram (diagrama de blocos); flowchart (fluxograma).
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| bubble memory memória de bolhas |
Um tipo de memória formada por uma série de "bolhas" magnéticas persistentes num substrato do filme de pequena espessura. Ao contrário do que acontece com a memória de leitura (ROM), é possível gravar na memória de bolhas. Ao contrário também da memória de acesso aleatório (RAM), os dados gravados na memória de bolhas permanecem nela até que sejam alterados, mesmo quando o computador é desligado. Por esse motivo, a memória de bolhas tem sido utilizada em ambientes nos quais um computador deve ter a capacidade de se recuperar de uma falta de energia, com o mínimo de perda de dados. O uso e a demanda da memória de bolhas desapareceram com o surgimento da memória flash, que é mais barata de produção mais fácil. Ver também flash memory (memória flash); nonvolatile memory (memória não-volátil).
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| bubble sort classificação de bolhas |
Um algoritmo de pesquisa que se inicia no final de uma lista com n elementos e vai subindo aos poucos, testando o valor de cada par adjacente de elementos e trocando-os de posição, caso não estejam na ordem certa. O processo é repetido para os n - 1 elementos restantes até que a lista inteira esteja completamente classificada, com o maior valor posicionado no final da fila. O termo "classificação de bolhas" (bubble sort) se origina do fato de que os elementos "mais leves" da lista (os menores elementos) vão subindo, como bolhas, até a superfície. Também chamado de exchange sort (classificação por troca). Ver também algorithm (algoritmo); sort (classificação). Comparar com insertion point (ponto de inserção); merge sort (classificação por intercalação); quicksort (classificação rápida).
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| bubble storage armazenamento de bolhas |
Ver bubble memory (memória de bolhas).
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| bubble-jet printer impressora bubble-jet |
Um tipo de impressora sem impacto que utiliza um mecanismo semelhante ao usado pela impressora a jato de tinta para descarregar a tinta, a partir dos bicos, de modo a formar os caracteres no papel. Uma impressora bubble-jet utiliza elementos especiais de aquecimento para preparar a tinta, ao passo que as impressoras a jato de tinta utilizam cristais piezoelétricos. Ver também ink-jet printer (impressora a jato de tinta); nonimpact printer (impressora sem impacto). Comparar com laser printer (impressora a laser).
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| bucket bucket, depósito |
Uma região da memória que pode ser endereçada de forma específica, e usada como um depósito. Ver também bit bucket (depósito de bits).
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| buffer pool buffer pool, pool de buffers |
Um grupo de posições, na memória ou em algum dispositivo de armazenamento, alocadas para o armazenamento temporário de informações, particularmente durante operações de transferência.
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| buffer storage armazenamento em buffer |
1. O uso de uma área especial da memória para manter, temporariamente, dados a serem processados até que um programa ou o sistema operacional esteja pronto para tratá-los. 2. Uma área de armazenamento que é usada para manter dados a serem transferidos entre dispositivos não-sincronizados ou que operem com taxas de transferência diferentes.
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| buffer1 |
Uma região da memória reservada para ser utilizada como um repositório intermediário no qual os dados são mantidos temporariamente, enquanto aguardam sua transferência entre duas posições – por exemplo, entre a área de dados de uma aplicação e um dispositivo de entrada/saída. Por sua vez, um dispositivo, ou sua placa adaptadora, pode usar um buffer próprio para armazenar dados que aguardam ser transferidos para o computador, ou processados pelo dispositivo.
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| buffer2 armazenar em buffer, bufferizar |
Usar uma região da memória para manter dados que aguardam transferência de ou para dispositivos de entrada/saída, como unidades de disco e portas seriais.
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| bug |
1. Um erro na codificação ou na lógica que faz com que um programa não funcione corretamente ou que produza resultados incorretos. Bugs menores, como um cursor que não se comporta como é esperado, podem ser inconvenientes ou frustrantes, mas não danificam as informações. Bugs mais sérios podem fazer com que o usuário tenha que reinicializar o programa, ou até o computador, perdendo todo o trabalho que não tenha sido salvo. Piores ainda são os bugs que danificam os dados gravados sem sequer alertar os usuários. Todos esses erros devem ser encontrados e corrigidos durante o processo conhecido como depuração. Devido ao risco potencial de perda de dados, os programas de aplicações comerciais são testados e depurados o mais completamente possível antes de serem lançados para o público. Depois de o programa ser disponibilizado, os futuros pequenos bugs serão corrigidos em futuras atualizações. Um bug mais sério pode, às vezes, ser reparado com um software chamado de patch, que evita o problema ou de alguma forma atenua seus efeitos. Ver também beta test (beta-teste); bomb2 (dar pau); crash2 (dar pau – definição 1); debug (depurar); debugger (depurador); hang (pendurar, parar); inherent error (erro intrínseco); logic error (erro lógico); semantic error (erro de semântica); syntax error (erro de sintática). 2. Um problema físico recorrente que impede um sistema, ou conjunto de componentes, de trabalhar de maneira apropriada. Embora a origem dessa definição ainda seja contestada, o folclore da informática atribui o primeiro uso da palavra bug, nesse sentido, com relação a um problema que ocorreu com o Harvard Mark I ou com o Army/University of Pennsylvania ENIAC, que foi descoberto ser uma mariposa entre os contatos de um relé na máquina (ainda que uma mariposa não seja entomologicamente um inseto rasteiro [bug]).
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| buggy falho, defeituoso |
Cheio de defeitos, ou bugs, em relação a um software. Ver também bug (definição 1).
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| building-block principle princípio dos blocos de construção |
Ver modular design (projeto modular).
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| built-in check teste automático |
Ver hardware check (verificação de hardware); power-on self test (teste automático de ligação).
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| built-in font fonte embutida |
Ver internal font (fonte interna).
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| built-in groups grupos automáticos |
Os grupos padrão oferecidos com o Windows NT da Microsoft e o Windows NT Advanced Server. Um grupo define um conjunto de direitos e permissões para as contas de usuários que são seus membros. Logo, os grupos automáticos são um meio conveniente de dar acesso somente aos recursos mais usados. Ver também group1 (grupo).
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| bulk eraser dispositivo de exclusão em alto volume |
Um dispositivo que elimina todas as informações contidas num meio de armazenamento, como um disquete ou uma fita, gerando um campo magnético que torna aleatório o alinhamento dos materiais ferrosos usados para a codificação de dados no meio magnético.
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| bulk storage memória de massa |
Qualquer meio capaz de armazenar uma grande volume de informações, como as fitas magnéticas, os discos rígidos e os discos óticos.
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| bullet marcador, bullet |
Um símbolo tipográfico, como um círculo preenchido ou vazado, um losango, um quadrado ou um asterisco, usados para destacar um pequeno bloco de texto ou um elemento de uma lista. Os marcadores redondos e quadrados são usados para destacar diferentes níveis de informações. Ver também dingbat.
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| bulletin board system |
Ver BBS. |
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| bulletproof à prova de falha |
Capaz de se recuperar de problemas de hardware que, em outros sistemas, poderiam causar uma interrupção da tarefa em execução.
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| bundle empacotar |
Combinar produtos para que sejam vendidos como um lote. Com freqüência, o software de sistema operacional e algumas aplicações largamente utilizadas são combinados para venda com um sistema de computador. |
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| bundled software software de bonificação |
1. Programas vendidos com um computador como parte de um pacote combinado de hardware/software. 2. Programas pequenos vendidos em conjunto com programas maiores para aumentar a funcionalidade desses últimos e torná-los mais atrativos.
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| burn in fazer o burn-in |
1. Manter um novo sistema ou dispositivo em funcionamento contínuo, de modo que todos os elementos ou componentes defeituosos apresentem problemas antecipadamente, podendo ser identificados e substituídos antes que o sistema se torne parte integrante da rotina de trabalho do usuário. Em geral esses testes são feitos na fábrica, antes que o equipamento seja comercializado. 2. Realizar uma alteração permanente no revestimento de fósforo interno de uma tela de monitor, por deixá-lo ligado e manter uma imagem fixa e brilhante na tela por longos intervalos de tempo. Essa imagem permanecerá visível mesmo depois de o monitor ser desligado. O burn-in era um dos riscos com os monitores dos PCs antigos; esse risco já não existe na maioria dos novos monitores para PCs. Também chamado de ghosting.
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| burn queimar |
Gravar dados eletronicamente num chip de PROM (programmable read only memory, ou memória de leitura programável) usando um equipamento especial de programação conhecido como PROM programmer (programador de PROM), PROM blower (queimador de PROM) ou PROM blaster (queimador de PROM). Esse termo também é usado com referência à criação de CD-ROMs. Também chamado de blast (queimar); blow (queimar). Ver também PROM.
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| burst mode modo burst |
Um método de transferência de dados no qual as informações são reunidas e enviadas como uma unidade, propiciando transmissões em alta velocidade. No modo burst, um dispositivo de entrada/saída assume o controle de um canal multiplexador durante todo o tempo necessário para o envio dos dados. Na prática, o multiplexador, que normalmente intercala a saída de várias origens em um único fluxo de dados de alta velocidade, torna-se um canal dedicado às necessidades de um dispositivo até que a transmissão inteira seja concluída. O modo burst costuma ser usado na comunicação e também na transmissão de dados entre os dispositivos de um sistema de computador. Ver também burst1 (burst, rajada).
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| burst rate taxa de burst |
Ver burst speed (velocidade de burst, velocidade nominal – definição 1).
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| burst speed velocidade de burst, velocidade nominal |
1. A velocidade mais rápida na qual um dispositivo é capaz de operar sem interrupção. Por exemplo, diversos equipamentos de comunicação, como alguns dispositivos usados em redes de dados, conseguem enviar dados em bursts, e a velocidade desses equipamentos é medida, às vezes, como velocidade de burst (a velocidade de transferência de dados quando o método de burst é utilizado. Também chamado de burst rate (taxa de burst). 2. O número de caracteres por segundo que uma impressora pode imprimir numa linha, sem um avanço de linha ou retorno à posição inicial. A velocidade de burst mede a velocidade real de impressão, sem considerar o tempo consumido pelo avanço do papel ou pela movimentação do cabeçote quando este retorna à margem esquerda. Quase sempre, a velocidade indicada pelo fabricante é a velocidade de burst. Já o throughput é o número de caracteres por segundo quando uma ou mais páginas inteiras de texto estão sendo impressas, e é uma medida mais prática da velocidade da impressora em situações concretas do dia-a-dia.
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| burst1 burst, rajada |
A transferência simultânea de blocos de dados sem interrupção. Alguns microprocessadores, bem como alguns barramentos, possuem recursos que suportam diversos tipos de transferência em burst. Ver também bursts speed (velocidade de burst – definição 1).
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| burst2 destacar |
Separar as páginas dos formulários contínuos, resultando numa resma de folhas soltas.
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| burster separador |
Um aparelho usado para destacar as folhas dos formulários contínuos.
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| bursty que transmite em rajadas |
Que transmite dados em jatos, e não em um fluxo contínuo.
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| bus barramento, bus |
Uma série de linhas de hardware (condutores) usados para a transferência de dados entre os componentes de um computador. Na prática, um barramento é uma avenida que conecta as diversas partes do sistema – inclusive o microprocessador, a controladora de disco, a memória e as portas de entrada/saída – permitindo que transfiram informações. O barramento consiste em grupos de linhas especializadas que podem transportar diversos tipos de informações. Um grupo de linhas transporta dados; outro grupo de linhas transporta endereços (posições) de memória onde os itens de dados podem ser encontrados; um outro mais transporta sinais de controle. Os barramentos se caracterizam pelo número de bits que podem transferir de uma só vez, que é equivalente ao número de fios dentro do barramento. Um computador com um barramento de endereços de 32 bits e um barramento de dados de 16 bits, por exemplo, pode transferir 16 bits de dados ao mesmo tempo a partir de 232 posições de memória. A maioria dos microcomputadores contém um ou mais slots de expansão nos quais placas adicionais podem ser conectadas ao barramento.
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| bus enumerator enumerador de barramento, enumerador de bus |
Um driver que identifica dispositivos localizados em um barramento específico, e atribui um código de identificação único a cada dispositivo. O enumerador de barramento é responsável pelo carregamento das informações sobre os dispositivos no gerenciador de dispositivos. Ver também bus (barramento); device driver (driver de dispositivo); hardware tree (gerenciador de dispositivos).
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| bus extender extensor do barramento |
1. Um dispositivo que amplia a capacidade de um barramento. Por exemplo, o IBM PC/AT usava um extensor para aumentar o barramento do PC original e permitir o uso de placas de expansão de 16 bits, além das tradicionais placas de oito bits. 2. Uma placa de circuitos especial usada pelos engenheiros como placa de add-in sobre o gabinete do computador para facilitar o trabalho com a placa de circuitos.
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| bus mouse mouse de barramento |
Um mouse que é conectado ao barramento do computador através de uma placa ou porta especial, em vez de utilizar a porta serial. Ver também mouse. Comparar com serial mouse (mouse serial).
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| bus network rede de barramento |
Uma topologia (configuração) de redes locais na qual todos os nós são conectados a uma linha principal de comunicação (barramento). Em uma rede de barramento, cada nó monitora a atividade da linha. As mensagens são detectadas por todos os nós mas só são aceitas pelo(s) nó(s) a que se destinam. Os nós que apresentam defeitos simplesmente param de receber e transmitir mensagens, mas não impedem nem prejudicam o funcionamento da rede, como ocorreria nas redes em anel, nas quais as mensagens são passadas de um nó para o nó seguinte. Para evitar colisões que poderiam ocorrer caso dois ou mais nós tentassem usar a linha ao mesmo tempo, as redes de barramento costumam usar esquemas de detecção de colisões ou passagem de fichas para regular o tráfego. Ver também collision detection (detecção de colisões); contention (disputa); CSMA/CD; token bus network (rede token bus); token passing (passagem de fichas). Comparar com ring network (rede em anel); star network (rede em estrela).
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| bus system sistema de barramento |
Os circuitos de interface que controlam o funcionamento do barramento e o interligam com o resto do computador. Ver também bus (barramento).
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| bus topology topologia de barramento |
Ver bus network (rede de barramento).
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| business graphics gráficos profissionais |
Ver presentation graphics (software de apresentação gráfica).
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| business information system sistema de informações de negócios |
Uma combinação de computadores, impressoras, equipamentos de comunicação e outros dispositivos cuja finalidade seja processar dados. Um sistema de informações de negócios totalmente automatizado teria a capacidade de receber, processar e armazenar dados, transferir informações sempre que necessário e produzir relatórios ou listagens quando preciso. Acrônimo: BIS. Ver também management information system (sistema de informações gerenciais).
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| business software software profissional |
Qualquer aplicação cuja finalidade principal seja o uso comercial, em oposição às aplicações científicas ou aplicações de lazer. Além dos produtos tradicionais nas áreas de processamento de textos, planilhas eletrônicas, bancos de dados e comunicação, os softwares profissionais para microcomputadores englobam, ainda, aplicações como contabilidade, folhas de pagamento, planejamento financeiro, gerência de projetos, sistemas de apoio à decisão, gestão de recursos humanos e gerência de escritório.
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| button bomb botão bomba |
Um botão das páginas da Web que apresenta a imagem de uma bomba.
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| button botão |
1. Um elemento gráfico de uma caixa de diálogo que, quando ativado, desempenha uma determinada função. O usuário ativa um botão dando um clique sobre ele ou, se o botão estiver ativo, pressionando a tecla Return ou Enter. 2. Em um mouse, uma peça móvel que é pressionada para ativar alguma função. Modelos mais antigos de mouse possuíam apenas um botão; já os modelos mais novos apresentam dois ou três botões.
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| button help ajuda por botões |
Informações de ajuda apresentadas pela seleção de botões ou ícones. Aplicações como a World Wide Web, quiosques multimídia e instruções auxiliadas por computador utilizam, com freqüência, ícones de ajuda por botões para facilitar a navegação.
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| bypass |
Na telecomunicação, a utilização de caminhos de comunicação, em vez da companhia telefônica local, como satélites e sistemas de microondas.
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| BYTE |
(Termo Binário). 1. Conjunto de oito bits. Cada byte corresponde a um caracter gráfico (letra, número, sinal de pontuação, acentuação, etc.). 2. Unidade de quantidade de informações usado na especificação da capacidade de memória de computadores, tamanho de arquivos, etc, geralmente na forma seus múltiplos: kilobyte (Kb), megabyte (Mb) e gigabyte (Gb).
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| BYTE Information Exchange |
Ver BIX. |
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| byte-oriented protocol protocolo baseado em bytes |
Um protocolo de comunicação no qual os dados são transmitidos como um string de caracteres em um conjunto de caracteres em particular, como a ASCII, em vez de um fluxo de bits, como em um protocolo baseado em bits. Para expressar o controle das informações, um protocolo baseado em bytes utiliza caracteres de controle que, em sua maioria, são definidos pelo esquema de codificação usado. Os protocolos de comunicação assíncronos comumente usados com modems e com o protocolo BISYNC da IBM, são protocolos baseados em bytes. Comparar com bit-oriented protocol (protocolo baseado em bits).
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| bytecode |
A codificação de um programa de computador produzida por um compilador quando o código fonte original é processado. Essa codificação está numa forma abstrata, independente do processador e que não pode ser diretamente executada pela maioria das CPUs, mas que é altamente adequada para análises futuras (por exemplo, organização do compilador), para o processamento pelo interpretador (por exemplo, a execução de applets Java dentro de navegadores da Web), ou para uso em uma geração de instruções binárias para a CPU do computador-alvo. A produção de um bytecode intermediário é um recurso dos compiladores para as linguagens de programação Pascal e Java. Ver também compiler (compilador – definição 2); central processing unit (unidade central de processamento); interpreter (interpretador); Java; Java applet (applet Java); Pascal.
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| bytes per inch bytes por polegada |
O número de bytes que cabem no espaço de uma polegada na trilha de um disco ou em uma fita. Acrônimo: BPI.
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