Glossário - Letra C
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C

Uma linguagem de programação desenvolvida por Dennis Ritchie nos Laboratórios Bell em 1972, cujo nome deriva do fato de que sua antecessora imediata foi uma linguagem de programação denominada B. Embora o C seja considerado por muita gente mais como uma espécie de linguagem assembly, independente da máquina, do que uma linguagem de alto nível, sua estreita associação com o sistema operacional UNIX, sua enorme popularidade e sua padronização pelo American National Standards Institute (ANSI) fizeram dele o que existe de mais próximo de uma linguagem-padrão no mercado de microcomputadores e estações de trabalho. O C é uma linguagem compilada que contém apenas um pequeno conjunto de funções internas dependentes da máquina. As funções restantes são independentes e ficam em bibliotecas que podem ser acessadas pelos programas desenvolvidos em C. Os programas em C se compõem de uma ou mais funções definidas pelo programador; sendo assim, o C é uma linguagem de programação estruturada. Ver também C++; compiled language (linguagem compilada); library (biblioteca); Objective-C; structured programming (programação estruturada).

 
.ca

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado no Canadá.

 
.ca.us

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Califórnia, Estados Unidos.

 
CAB

Formato de compactação de arquivos criado pela Microsoft e usado para a distribuição de softwares, em discos ou via Web. CAB é abreviatura de cabinet (gabinete).
 
cabinet gabinete

A caixa na qual os componentes de um computador (CPU, unidade de disco rígido, unidades de disquete e de CD-ROM e slots de expansão para dispositivos periféricos, como monitores) estão localizados. Ver também CPU; expansion slot (slot de expansão).

 
cable cabo

Um conjunto de fios dentro de um tubo protetor blindado, usado para conectar dispositivos periféricos ao computador. O mouse, o teclado e a impressora costumam ser conectados ao computador através de cabos. Os cabos de impressora estabelecem um caminho serial ou paralelo (byte a byte) para os dados entre o computador e a impressora.

 
cable connector conector de cabo

O conector existente em qualquer uma das duas extremidades de um cabo. Ver também DB connector (conector DB); DIN connector (conector DIN); RS-232-C standard (RS-232-C, padrão); RS-422/423/499.

 
cable matcher adaptador de cabo

Um dispositivo que permite o uso de um cabo com conexões ligeiramente diferentes das exigidas pelo equipamento ao qual ficará ligado.

 
CABLE MODEM

Tipo de modem que permite a um computador conectar-se aos cabos de TV por assinatura para acesso rápido à internet. Como na tecnologia ADSL, a velocidade de transmissão é variável. Normalmente, não excede 1,5 Mbps. No Brasil, é usado, por exemplo, com os serviços de acesso à internet da TVA (Ajato) e Globocabo (Vírtua).
 
cabling diagram diagrama de cabeamento

Um "mapa" do percurso seguido pelos cabos que interligam os componentes ou periféricos de um sistema de computador. Os diagramas de cabeamento são particularmente importantes para mostrar como é feita a conexão das unidades de disco à controladora de disco.

 
CACHE

Sincroniza a troca de informações entre os periféricos do computador.
 
cache card placa de cache

Uma placa de expansão que aumenta a capacidade do cache de memória do sistema. Ver também cache; expansion board (placa de expansão).

 
cache memory cache de memória

Ver Cache.
 
CAD

Acrônimo de computer-aided design (projeto auxiliado por computador). Um termo aplicado a programas e estações de trabalho usados no projeto de modelos de engenharia, arquitetura e ciências em geral, que podem variar desde peças simples a prédios, aeronaves, circuitos integrados e moléculas. Normalmente, as aplicações de CAD geram objetos de duas ou três dimensões, apresentando os resultados sob a forma de "esqueletos" chamados de wire-frames (modelos de arame); outras conseguem produzir modelos mais completos com superfícies sombreadas, ou objetos sólidos. Alguns programas permitem girar ou redimensionar os modelos, mostram visões de seu interior, produzem as listas de materiais necessárias à construção, e realizam uma série de outras funções correlatas. Os programas de CAD recorrem pesadamente a cálculos matemáticos, exigindo toda a capacidade de processamento de uma estação de trabalho de alto desempenho. Ver também CAD/CAM; I-CASE (case interativo).

 
CAD / CAM

Acrônimo de computer-aided design/computer-aided manufacturing (projeto auxiliar por computador/manufatura auxiliada por computador). Um termo que descreve o uso de computadores no projeto e na produção industrial. Com o CAD/CAM, um produto – uma peça mecânica, por exemplo – pode ser projetado com as funções de CAD; depois, o projeto concluído será traduzido em um conjunto de instruções que podem ser transmitidas e utilizadas pelas máquinas envolvidas diretamente com a fabricação, montagem e controle de processos. Ver também CAD; I-CASE (case interativo).

 
CADD

Ver também computer-aided design and drafting.

 
caddy

Um estojo plástico que contém um CD-ROM e é inserido em uma unidade de CD-ROM. Alguns computadores pessoais, especialmente os modelos antigos, têm unidades de CD-ROM que exigem o uso de um caddy. A maioria das unidades de CD-ROM atuais não exige um caddy.

 
CAE

Acrônimo de computer-aided engineering (engenharia auxiliada por computador). Um tipo de aplicação que permite ao usuário realizar testes e análises de engenharia sobre projetos criados no computador. Em alguns casos, recursos como os testes lógicos, que são habitualmente associados às aplicações de CAE também fazem parte dos programas de CAD, e portanto, a distinção entre CAE e CAD não é muito nítida. Ver também CAD; I-CASE (case interativo).

 
CAI

Acrônimo de computer-aided (ou computer assisted) instruction (instrução auxiliada por computador). Um tipo de programa educacional cuja finalidade é servir como recurso auxiliar de ensino. Os programas de CAI utilizam o ensino dirigido, exercícios de fixação e sessões de perguntas e respostas para apresentar os assuntos e testar a compreensão dos alunos. Os programas de CAI são instrumentos excelentes para a apresentação de matérias factuais e para permitir que os alunos determinem o ritmo de sua aprendizagem. Os assuntos e a complexidade podem variar desde rudimentos da aritmética até matemática avançada, ciência, história, estudos de informática e assuntos especializados. Ver também I-CASE (case interativo). Comparar com CBT; CMI.

 
CAL

Acrônimo de computer-assisted learning (aprendizagem auxiliada por computador) e de computer-augmented learning (aprendizagem aprofundada pelo computador). Ver CAI.

 
calculator calculadora

Em termos gerais, qualquer dispositivo que realize operações aritméticas com números. As calculadoras sofisticadas podem ser programadas para executar determinadas funções e conseguem armazenar valores na memória, mas diferem dos computadores sob diversos aspectos: elas têm um conjunto fixo de comandos, não reconhecem texto, não podem recuperar valores armazenados em arquivos de dados e não conseguem utilizar valores gerados por programas externos como, por exemplo, uma planilha.

 
calendar program programa de calendário

Um tipo de programa aplicativo. Alguns programas de calendário lembram, na aparência, os calendários de parede, e apresentam as datas em blocos identificados com os dias da semana; outros mostram as datas dia a dia, permitindo que o usuário registre seus compromissos e faça anotações. Um programa de calendário desse tipo poderia ser usado, por exemplo, para descobrir que o Natal de 1999 cairá em um sábado. Dependendo do programa, o calendário pode valer apenas para o século XX ou então abranger vários séculos, comportando inclusive a mudança (em 1582) do calendário juliano para o calendário gregoriano. Um programa de calendário/agenda poderia mostrar blocos de dados, ou como uma agenda de mesa, dias separados divididos em horas ou meias-horas, com espaço para anotações. Alguns programas permitem que o usuário faça um alarme soar em pontos importantes da agenda. Outros programas são capazes de coordenar os calendários de diferentes pessoas da mesma rede. Assim, uma pessoa que esteja incluindo um compromisso em sua agenda também pode incluí-lo na agenda de um colega.

 
.calgary.ca

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Calgary, Alberta, Canadá.

 
CALL instruction instrução CALL

Um tipo de instrução de programação que desvia a execução do programa para uma nova área da memória (seqüência de diretivas) e também permite um retorno eventual para a seqüência de diretivas original.

 
call1 chamada

Em um programa, uma instrução que transfere a execução desse programa para algum outro trecho de código, como uma sub-rotina, a fim de que uma tarefa específica seja concluída. Assim que a tarefa é realizada, a execução retorna ao ponto de chamada do programa. Ver também calling sequence (seqüência de chamada).

 
call2 chamar

1. Estabelecer uma conexão através de uma rede de comunicação. Transferir a execução do programa para outro trecho de código (geralmente algum tipo de sub-rotina), preservando as informações necessárias para permitir que a execução seja retomada no mesmo ponto quando o trecho de código chamado for concluído. Algumas linguagens (como FORTRAN), têm uma instrução CALL explícita; outras (como C e Pascal) fazem a chamada automaticamente sempre que encontram o nome de uma procedure ou função. Na linguagem assembly, a instrução CALL pode ter diversos nomes. Em qualquer linguagem, quando ocorre uma chamada de sub-rotina, um ou mais valores (conhecidos como argumentos ou parâmetros) costumam ser passados à sub-rotina que, por sua vez, poderá usar e, em certo casos, modificar esses valores. Ver também argument (argumento), parameter (parâmetro).

 
callback

Um esquema de autenticação de usuários usado por computadores que executam serviços de discagem. Um usuário disca para um computador e digita um ID de logon e uma senha. O computador interrompe a conexão e disca automaticamente mais um vez para um número pré-autorizado pelo usuário. Em geral, essa medida de segurança impede o acesso não-autorizado a uma conta mesmo que o ID de logon e a senha de seu proprietário tenham sido roubados. Ver também authentication (autenticação).

 
callback modem modem com callback

Um tipo de modem que, em vez de responder a todas as chamadas recebidas, exige que a estação responsável pela chamada digite um código específico e desligue para que o modem possa chamá-la de volta. Quando recebe o código de quem fez a chamada, o modem o compara com um conjunto de números de telefones armazenados em sua memória. Se o código corresponder a um número autorizado, o modem discará esse número e abrirá uma conexão para quem chamou. Os modems com callback são usados quando é necessário deixar as linhas de comunicação disponíveis para usuários externos e, ao mesmo tempo, proteger os dados contra o acesso não autorizado.

 
calling sequence seqüência de chamada

Nas chamadas de sub-rotina um acordo entre a rotina que faz a chamada e aquela que é chamada. Nesse acordo, é definida a forma como os argumentos serão passados, como os valores serão retornados e qual das rotinas cuidará das tarefa de faixa necessárias (como a limpeza da pilha). A seqüência de chamada é importante nos casos em que as duas rotinas (a que chama e a que é chamada) foram criadas com compiladores diferentes, ou quando uma delas foi escrita em linguagem assembly. As duas seqüências mais comuns são a seqüência de chamada do C e a seqüência de chamada do Pascal. Na seqüência de chamada do C, a rotina principal coloca na pilha, em ordem inversa (da direita para a esquerda), todos os argumentos incluídos na chamada, e cuida da limpeza da pilha; isto permite que um número variável de argumentos seja passado às sub-rotinas. Na seqüência de chamada do Pascal, a rotina principal coloca na pilha todos os argumentos passados, na ordem em que aparecem na instrução de chamada (da esquerda para a direita) e a rotina chamada fica coma responsabilidade de limpar a pilha. Ver também argument (argumento); call (chamada); stack (pilha).

 
CALS

Acrônimo de Computer-Aided Acquisition and Logistics Support. Um padrão do Departamento de Defesa dos Estados Unidos para a troca de dados com fornecedores comerciais.

 
CAM

1. Acrônimo de computer-aided manufacturing (manufatura auxiliada por computador). O uso dos computadores para automatizar a fabricação, montagem e controle de processos. Os programas de CAM podem ser aplicados desde a automatização de pequenas atividades de produção até o uso da robótica em linhas de montagem de alta complexidade. As técnicas de CAM se referem, principalmente, ao uso de programas e equipamentos especialistas, e não necessariamente ao uso de microcomputadores no ambiente de produção. Ver CAD/CAM. 2. Ver Common Access Method.

 
camera-ready CRC

No meio editorial, o estágio no qual um documento com todos os elementos tipográficos e gráficos já montados está pronto para ser enviado à impressão. Na fase seguinte, o CRC (iniciais de camera-ready copy, um termo normalmente usado em português na forma abreviada) é fotografado, e a fotografia é utilizada para a confecção de matrizes de impressão. Há produtos capazes de levar os documentos até o estágio de CRC, eliminando a necessidade de elaboração manual do layout e do pasteup dos elementos de cada página.

 
campuswide information system sistema de informações para campus universitário

Informações e serviços distribuídos em uma faculdade ou universidade através de redes de computador. Os serviços de sistemas de informações para campus universitário costumam incluir diretórios dos estudantes e da faculdade, calendários de eventos do campus e acesso a bancos de dados. Acrônimo: CWIS.

 
cancel cancela

Um caractere de controle usado na comunicação de um computador com uma impressora ou outro computador, identificado geralmente como CAN. Sua função, na maioria das vezes, é fazer com que a linha de texto enviada seja cancelada. No conjunto de caracteres ASCII, que é o mais utilizado pelos microcomputadores, CAN é representado internamente pelo código 24.

 
cancel message mensagem de cancelamento

Uma mensagem enviada a servidores de news da Usenet com o objetivo de indicar que um determinado arquivo deverá ser cancelado ou eliminado do servidor. Ver também article (artigo); news server (servidor de news, servidor de notícias); Usenet.

 
cancelbot cancelbot, robô de cancelamento

Forma reduzida de cancel robot. Um programa que identifica artigos de newsgroups baseados em um conjunto de critérios e cancela a distribuição desses arquivos. Apesar de os critérios de cancelamento serem definidos pelo proprietário do cancelbot, a maior parte dos cancelbots tem como objetivo identificar e eliminar mensagens inúteis enviadas a dezenas ou centenas de newsgroups, que acabam inundando-os, literalmente.

 
candidate key chave-candidata

Um identificador específico de uma tupla (linha) dentro de uma relação (tabela de banco de dados). A chave-candidata pode ser simples (um atributo único) ou composta (dois ou mais atributos). Por definição, toda relação deve ter pelo menos uma chave-candidata, porém, é possível que haja mais de uma chave-candidata por relação. Se houver apenas uma chave-candidata, ela se tornará automaticamente a chave primária da relação. Caso haja várias chaves-candidatas, o projetista do banco de dados terá de escolher uma delas como chave principal. Todas as chaves-candidatas não-escolhidas como chave principal serão consideradas chaves alternativas. Ver também key (chave – definição 2); primary key (chave primária).

 
canned program programa enlatado

Ver canned software (software enlatado).

 
canned routine rotina pronta, rotina enlatada

Uma rotina pré-escrita que pode ser copiada para dentro do código-fonte de um programa e utilizada sem nenhuma alteração. Ver também library routine (rotina de biblioteca).

 
canned software software enlatado

Um termo alternativo para off-the-shelf software (software de prateleira) – por exemplo, processadores de textos e planilhas.

 
canonical form forma canônica

Em matemática e programação, a forma padrão ou prototípica de uma instrução.

 
capacitance capacitância

A capacidade de armazenamento de cargas elétricas. A capacitância é medida em farads. Uma capacitância de um farad equivale à retenção de um coulomb de carga com o potencial de um volt. Na prática, o farad é uma capacitância extremamente grande; os capacitores típicos têm capacitâncias da ordem de microfaradas (10-16) ou picofarads (10-12). Ver também capacitor (capacitor).

 
capacitor capacitor

Um componente de circuitos eletrônicos cuja capacitância (capacidade de armazenar cargas elétricas) é conhecida. Em geral, os capacitores são compostos de duas placas condutivas separadas por um material isolante (dielétrico). Se todos os outros fatores forem mantidos constantes, a capacitância aumentará proporcionalmente ao aumento do tamanho das placas ou à redução da distância entre elas. Os capacitores bloqueiam a capacidade da corrente contínua mas deixam passar a corrente alternada até o limite determinado pela sua capacitância e pela freqüência da corrente elétrica. Ver também capacitance (capacitância).

 
capacity capacidade

O volume de informações que um computador (ou algum outro equipamento) consegue processar ou armazenar.Ver também computer (computador).

 
Caps Lock key tecla Caps Lock

Uma tecla de dois estados que, quando ativa, faz com que o teclado alfabético fique travado no modo de maiúsculas (caixa alta). A tecla Caps Lock não afeta os números, sinais de pontuação e outros símbolos especiais.

 
caps maiúsculas

Forma abreviada de capital letters. Comparar com lowercase (caixa baixa).

 
capstan capstan, cabrestante

Nos gravadores de fita, uma haste de metal polido contra a qual um cilindro de borracha (denominado pinch roller ou rolete de impressão) aprisiona a fita magnética que passa entre o rolete e a haste. O capstan controla a velocidade com a qual a fita passa diante do cabeçote de gravação. Ver também pinch roller (rolete de impressão).

 
capture board placa de captura

Ver video capture card (placa de captura de vídeo).

 
capture capturar

Na comunicação, o processo de transferência dos dados recebidos para um arquivo em disco ou fita, com a finalidade de simples arquivamento ou análise posterior.

 
capture card

n. See video capture card.

 
carbon copy cópia carbono

Ver cc.
 
carbon ribbon fita de carbono

Um tipo de fita usado nas impressoras de impacto e, em particular, nas impressoras de margarida, e também nas máquinas de datilografia, quando se deseja produzir uma saída com a melhor qualidade possível. As fitas de carbono são fabricadas a partir de uma tira muito fina de Mylar revestidas de um dos lados com uma película de carbono. Os caracteres impressos com essas fitas são extremamente nítidos, sem a imprecisão que costumamos associar às fitas entintadas de tecido. Comparar com cloth ribbon (fita de tecido).

 
card cage compartimento das placas

Dentro do computador, uma área semifechada onde é feita a instalação das placas de circuitos impressos. A maioria dos computadores tem um espaço com chapas metálicas de proteção e suportes onde as placas são encaixadas. O termo original em inglês (card cage ou gaiola de placas, literalmente) deriva do formato da unidade externa onde as placas e alguns periféricos ficavam empilhados nos computadores antigos.

 
card cartão, placa, fita, cartão perfurado

1. Um termo normalmente usado com referência a uma placa de circuitos impressos ou adaptador que pode ser conectado (plugado) a um computador para ampliar os recursos existentes ou acrescentar novas funções a ele. No uso cotidiano, porém, é mais comum encontrar-se o termo placa em vez de cartão, geralmente associado a recursos específicos, como o suporte ao uso do mouse ou do modem, que não existem originalmente no computador. Ver também adapter (adaptador); board (placa); printed circuito board (placa de circuito impresso). 2. Em programas como o HyperCard (um software de hipertexto), a representação, na tela, de uma ficha de arquivo convencional, na qual as informações podem ser cadastradas e "arquivadas" para consulta posterior. Ver também hypertext (hipertexto). 3. Um cartão de papelão de 80 colunas (chamado de punched card ou cartão perfurado), com cerca de três polegadas de altura por sete polegadas de largura, no qual 80 colunas de dados podiam ser codificadas sob a forma de orifícios feitos com uma perfuradora de cartões. Os orifícios perfurados correspondem a números, letras e outros caracteres, e eram lidos pelo computador através de uma leitora de cartões perfurados. Também chamado de punched card (cartão perfurado). Ver também card reader (leitora de cartões – definição 2).

 
card punch perfuradora de cartões

Ver keypunch (perfuradora de cartões).

 
card reader leitora de cartões

1. Um dispositivo de entrada que lê informações codificadas através de meios magnéticos, geralmente em duas trilhas, em um cartão plástico, como um cartão de crédito ou uma identificação funcional, utilizado principalmente para fins de identificação. 2. Um equipamento mecânico que lê dados codificados em cartões perfurados. Hoje quase desaparecidas, as leitoras de cartões perfurados permitiam que os dados do computador fossem gerados offline e depois submetidos a ele para processamento. A necessidade da criação de dados fora do computador se devia à pequena capacidade das CPUs. A leitura de lotes de cartões perfurados permitia aproveitar melhor o tempo da CPU do que se fosse preciso aguardar que um operador digitasse os dados diretamente na memória do computador. Também chamada de punched-card reader (leitora de cartões perfurados).

 
CARDER

Cracker especializado em fraudes com cartões de crédito.
 
cardinal number número cardinal

Um número que indica quantos elementos existem em um conjunto – por exemplo, "Há 27 nomes nessa lista". Comparar com ordinal number (número ordinal).

 
caret circunflexo

O símbolo (^) normalmente encontrado sobre a tecla 6 na linha superior do teclado dos microcomputadores. Em algumas linguagens de programação, esse símbolo é utilizado como operador de exponenciação. Por exemplo, a expressão 3 ^ 2 representa o número três elevado à segunda potência. O caret também é usado para representar a tecla Control. Por exemplo ^Z significa "mantenha a tecla Control pressionada e digite Z".

 
careware

Um software desenvolvido por uma pessoa ou por um pequeno grupo e distribuído gratuitamente, contanto que os usuários façam uma doação a uma instituição de caridade se continuarem a usar o software após experimentá-lo. A instituição de caridade normalmente é designada pelo criador do software.

 
carpal tunnel syndrome síndrome do tunel carpal

Uma forma de lesão pelo esforço repetitivo que prejudica os movimentos do pulso e da mão. A repetição intensiva dos mesmos movimentos pode causar inchaço e danos no tecido do pulso, levando à compressão do nervo principal que leva à mão. Dentre os sintomas da síndrome do túnel carpal estão dores e formigamento nos dedos e, em casos avançados, o problema pode levar à perda do funcionamento das mãos. A digitação em um teclado de computador sem o apoio adequado para os pulsos é uma causa comum da síndrome do túnel carpal. Acrônimo: CTS. Ver também repetitive strain injury (tenossinovite); wrist support (apoio para o pulso).

 
carriage carro

A peça onde fica o cilindro das máquinas de datilografia ou das impressoras com mecanismo semelhante ao das máquinas de datilografia convencionais. Em uma máquina de datilografia padrão, o cilindro e o carro passam diante de uma posição fixa onde as teclas golpeiam o papel mantido preso; o cilindro gira para fazer avançar o papel mantido preso junto ao carro. Na maioria das impressoras de impacto, porém, o cabeçote de impressão se movimenta de um lado para outro diante do cilindro, que gira mas não se move horizontalmente; nessas impressoras, o conjunto que transporta o cabeçote de impressão costuma ser chamado de carro do cabeçote. Ver também carriage return; platen (cilindro).

 
carriage return CR

Um caractere de controle que faz o computador ou a impressora retornarem ao início da linha atual. O efeito é semelhante ao do retorno do carro nas máquinas de datilografia, mas nesse caso não é feito o avanço automático para o início da linha seguinte. Por exemplo, um caractere carriage-return (CR) sozinho, recebido logo depois das palavras [TD]Este é um exemplo de uma linha de texto[TN] faria com que o cursor ou a impressora retornassem à primeira letra da palavra Este. No conjunto de caracteres ASCII, o caractere CR corresponde ao código decimal 13 (hexadecimal 0D).

 
Carrier Detect

Ver CD.
 
carrier frequency freqüência portadora

Um sinal de rádio-freqüência, como os utilizados nos modems e nas redes, que permite a transmissão de informações. A freqüência portadora é um sinal que vibra a um número fixo de ciclos por segundo, ou hertz (Hz) e é modulado (modificado) na freqüência ou na amplitude de modo a permitir o transporte de informações inteligíveis.

 
carrier portadora, concessionária

1. Na comunicação, uma freqüência especificada que pode ser modulada para transmitir informações (portadora). 2. Uma empresa que fornece serviços de telefonia e comunicação em geral aos usuários (concessionária).

 
carrier system sistema de portadora

Um método de comunicação que utiliza freqüências portadoras diferentes para transferir informações através de vários canais em um único cabo. A transmissão exige que a freqüência do sinal seja modulada na estação transmissora e demodulada na estação receptora.

 
carry bit bit de transporte

O bit associado a um circuito somador que indica o fato de uma operação de adição ter produzido um transporte (como 9 + 7). Também chamado de carry flag (flag de transporte).

 
carry flag flag de transporte

Ver carry bit (bit de transporte).

 
carry transportar

Na aritmética, o processo de levar um dígito para a casa imediatamente superior quando a soma dos dois números é maior do que o dígito do sistema de numeração utilizado. Os computadores, que se baseiam em circuitos lógicos e geralmente conseguem somar simultaneamente todos os dígitos de dois números (um processo chamado soma paralela), utilizam-se de artifícios exóticos para fazer o transporte. Por exemplo, eles executam operações complexas nas quais um transporte se propaga – ou seja, produz transportes em outras casas. Eles conseguem, também, realizar transportes parciais, nos quais os transportes resultantes das somas paralelas são armazenados temporariamente.

 
Cartesian coordinates coordenadas cartesianas

Pontos no plano (duas dimensões) ou no espaço (três dimensões) identificados por suas posições com relação a eixos que se cruzam. O seu nome deriva do matemático francês René Descartes, que criou o sistema no século XVII. No plano bidimensional, os pontos são descritos pelas suas posições relativas a dois eixos, x (geralmente horizontal) e y (geralmente vertical). No plano tridimensional, um terceiro eixo, z, é acrescentado aos eixos x e y. Ver também x-y-z coordinate system (sistema de coordenadas x-y-z). Comparar com polar coordinates (coordenadas polares).

 
Cartesian product produto cartesiano

Ver product (produto – definição 1).

 
cartridge cartucho

Um termo genérico que pode se referir a vários dispositivos normalmente alojados em invólucros de plástico duro. Ver também disk cartridge (cartucho de disco); ink cartridge (cartucho de tinta); memory cartridge (cartucho de memória); ribbon cartridge (cartucho de fita); ROM cartridge (cartucho de ROM); tape cartridge (cartucho de fita); toner cartridge (cartucho do toner).

 
cartridge font fonte de cartucho

Uma fonte residente em um cartucho que pode ser instalado em uma impressora a laser, a jato de tinta ou matricial (de última geração) com a finalidade de aumentar o repertório de fontes da impressora. As fontes de cartucho são diferentes das fontes internas, que residem na ROM da impressora e estão sempre disponíveis, e das fontes de disco, ou fontes de software, que residem em disco podem ser enviadas à impressora quando necessário. Ver também font cartridge (cartucho de fonte). Comparar com internal font (fonte interna).

 
cascade cascata

1. Elementos adicionais exibidos por um item de menu ou de caixa de listagem que apresenta opções para o usuário interagir com outros elementos da tela. 2. Nos artigos de newsgroups, o acréscimo de pontos de interrogação (ou, com freqüência, de sinais de maior ou de menor que) a um artigo a cada vez seus leitores respondem a ele. A maioria dos leitores de newsgroups copia o artigo original no corpo da resposta; após várias respostas, o material original tem vários pontos de interrogação. Ver também article (artigo); newsgroup; newsreader.

 
cascade connection conexão em cascata

Ver pipe (definição 1).

 
cascading menu menu em cascata

Um sistema gráfico e hierárquico de menus no qual um menu de subcategorias é exibido lateralmente quando o ponteiro é colocado na categoria principal.
 
Cascading Style Sheet mechanism mecanismo Cascading Style Sheet

Ver cascading style sheets (folhas de estilo em cascata).

 
cascading style sheets folhas de estilo em cascata

Uma especificação da HTML (HyperText Markup Language) desenvolvida pelo W3C (World Wide Web Consortium) que permite aos usuários e autores de documentos HTML anexar folhas de estilo a esses documentos. As folhas de estilo contêm informações tipográficas sobre como a página será apresentada, tais como a fonte do texto contido na página. Essa especificação também orienta a forma na qual as folhas de estilo do documento HTML e o estilo do usuário serão combinados. As folhas de estilo em cascata foram propostas para o padrão HTML 3.2. Também chamado de Cascading Style Sheet mechanism; CSS1. Ver também HTML; style sheet (folha de estilo –definição 2).

 
cascading windows janelas em cascata

Uma seqüência de janelas sucessivas sobrepostas em uma interface gráfica, que é exibida de forma que a barra de títulos fique visível. Também chamado de overlaid windows (janelas sobrepostas).
 
CASE

Acrônimo de computer-aided software engineering. Um termo abrangente usado com referência aos softwares que permitem o uso do computador em todas as fases do desenvolvimento de sistemas, desde o planejamento e a modelagem até a codificação e a documentação. O CASE é um ambiente de trabalho constituído por programas e outras ferramentas de desenvolvimento que ajudam gerentes, analistas de sistemas, programadores e usuários a automatizar o projeto e a implementação de programas e procedimentos nos diversos segmentos dos negócios, da engenharia e das ciências.
 
case caixa

No processamento de textos, uma indicação do fato de um ou mais caracteres alfabéticos estarem em maiúsculas (caixa alta) ou não (caixa baixa). Os programas ou rotinas capazes de identificar a caixa dos caracteres alfabéticos fazem a distinção entre letras maiúsculas e minúsculas, e consideram a palavra gato totalmente diferente de GATO. Os programas que, além disso, separam as palavras maiúsculas das minúsculas listariam Amazonas antes de alfândega ou adiamento, embora sua posição alfabética seja posterior à das palavras em caixa baixa.

 
case sensitivity distinção entre maiúsculas/minúsculas

A diferenciação entre os caracteres de caixa alta e caixa baixa em um programa aplicativo ou linguagem de programação. Ver também case (caixa).

 
case statement case, instrução

Nas linguagens de programação como Ada, Pascal e C, um tipo de instrução de controle que executa um entre diversos conjuntos de instruções possíveis com base no valor de uma variável-chave. As instruções CASE são utilizadas na avaliação de situações que podem produzir vários resultados diferentes. Sob esse aspecto, "case" é um refinamento das instruções condicionais básicas do tipo If-THEN (se A for verdadeiro, execute B), porém se parece mais com uma série de IFs aninhados (se A, então faça isto; se B, faça aquilo...). Na avaliação do conjunto de instruções que serão executadas, uma variável (que pode ser um número ou um string alfanumérico) é comparada com uma série de constantes designadas pelo programador, uma a uma. Cada constante representa um caso diferente e define uma ação diferente. Quando encontra uma constante correspondente à variável, o programa executa a ação associada ao caso onde houve a coincidência de valores. Ver também constant (constante); control statement (instrução de controle); variable (variável).

 
case-sensitive search pesquisa com distinção de maiúsculas/minúsculas

Uma pesquisa em um banco de dados no qual a discriminação de maiúsculas/minúsculas das palavras-chave deve corresponder exatamente às palavras procuradas no banco de dados. Uma pesquisa com distinção de maiúsculas/minúsculas com as palavras "norte" e "sul" não seria capaz de localizar as palavras "Norte" e "Sul" no banco de dados.

 
cassette cassete

Uma unidade que consiste um estojo plástico e em uma fita magnética. As fitas-cassete são usadas, às vezes, como meio de backup de dados dos computadores.

 
cassette tape fita cassete

1. A fita alojada em um cassete 2. O conjunto formado pelo invólucro de plástico e a fita contida dentro dele.

 
cast coerção

Uma forma de conversão de dados de um tipo para outro que é especificada pelo programador, tal como uma conversão de um inteiro para ponto flutuante. Também chamado de coercion (coerção). Ver também data type (tipo de dados).

 
CAT

Acrônimo de computer-aided testing (testes auxiliados pelo computador). Os testes auxiliados pelo computador para verificar ou analisar projetos, especialmente aqueles desenvolvidos com a ajuda de programas de CAD, e também pelos criadores de software, para automatizar testes de regressão. 2. Acrônimo de computer-assisted teaching (ensino auxiliado pelo computador). Ver CAI. 3. Acrônimo de computerized axial tomography (tomografia axial computadorizada). Um procedimento médico no qual um computador é usado para gerar uma imagem tridimensional de uma parte do corpo a partir de uma série de raios X tirados em seções transversais ao longo do mesmo eixo.

 
catalog catálogo

1. Em um computador, uma lista contendo informações específicas, como o nome, o tamanho, o tipo e a localização de arquivos ou áreas de armazenamento. 2. Em um banco de dados, catálogo é sinônimo de dicionário de dados. Ver também data dictionary (dicionário de dados).

 
catena cadeia

Uma série de itens contidos em uma lista encadeada, ou seja, uma lista na qual cada item aponta para o item seguinte. Ver também linked list (lista encadeada).

 
cathode catodo

1. O terminal ou eletrodo de carga negativa, a partir do qual fluem os elétrons. 2. Eletrodo emissor de elétrons das válvulas 3. Pólo negativo de uma pilha ou bateria. Comparar com anode (anodo).

 
cathode-ray oscilloscope osciloscópio de raios catódicos

Ver oscilloscope (osciloscópio).

 
CBEMA

Pronuncia-se "si-bi-ma". Acrônimo de Computer and Business Equipment Manufacturers Association. Uma associação de fabricantes e vendedores de hardware dos Estados Unidos cuja finalidade é padronizar os equipamentos de processamento de dados e correlatos.

 
CBL

Acrônimo de computer-based learning (aprendizagem baseada no computador). Um termo genérico aplicado tanto à instrução baseada no computador (CAI) – mais voltada para a educação escolar – quanto ao treinamento baseado no computador (CBT), voltado para aplicações específicas ou para o treinamento profissional. Ver também CAI; CBT.

 
CBT

Acrônimo de computer-based learning (treinamento baseado no computador). O uso dos computadores e programas especiais em atividades de ensino. O CBT emprega cores, gráficos e outros recursos capazes de chamar a atenção com o objetivo de manter o interesse dos alunos e tem sido utilizado em aplicações com graus variados de sofisticação. Um criador de software poderia, por exemplo, incluir vários capítulos de CBT em sua aplicação com a finalidade de permitir que os novos usuários aprendessem a usar o produto na prática; consultores de empresas poderiam utilizar um programa de CBT mais longo e mais detalhado como recurso complementar em um seminário de treinamento gerencial.

 
.CC

1 - Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado nas Ilhas Cocos.
2 - Acrônimo de courtesy copy (cópia de cortesia). Em um programa de correio eletrônico, enviar uma cópia completa de uma determinada correspondência para outra pessoa. O uso de cc para enviar uma mensagem, em vez do uso enviá-la diretamente a outra pessoa, geralmente implica que o destinatário não tem de tomar qualquer atitude; a mensagem tem caráter unicamente informativo. Quando se utiliza a opção de cc, o destinatário principal da mensagem é indicado no cabeçalho da mensagem e todos os outros destinatários têm conhecimento desse fato. Também chamado de e-mail1 (correio eletrônico, e-mail – definição 1); header (cabeçalho). Comparar com bcc.
 
CCD

Ver charge-coupled device (dispositivo de carga emparelhada).

 
CCI

Ver Common Client Interface.
 
CCITT

Acrônimo de Comité Consultatif International Télégraphique et Téléphonique. Também conhecido como International Telegraph and Telephone Consultative Committee. Uma organização baseada em Genebra, na Suíça, que faz parte da United Nations International Telecommunications Union (ITU). Suas funções foram assumidas pela ITU. A ITU recomenda o uso de padrões de comunicação que são reconhecidos em todo o mundo. Os protocolos estabelecidos pela ITU são aplicados a modems, redes e transmissões de fax. Ver também CCITT Groups 1-4 (CCITT, Grupos 1-4); CCITT V series (CCITT, Série V).

 
CCITT Groups 1-4 CCITT, Grupos 1-4

Um conjunto de quatro padrões recomendados pelo Comité Consultatif International Télégraphique et Téléphonique para a codificação e transmissão de imagens através de equipamentos de fax. Os grupos 1 e 2 se referem a dispositivos analógicos e, em geral, caíram em desuso. Os grupos 3 e 4, que tratam de equipamentos digitais, serão descritos a seguir. Grupo 3: um padrão largamente utilizado; suporta imagens de 203 pontos por polegada (dpi) na horizontal, por 98 dpi na vertical, e imagens finas de 203 dpi na horizontal e 198 dpi na vertical; suporta dois métodos de compactação de dados, um deles (baseado no código Huffman) capaz de reduzir uma imagem para dez a 20 por cento do tamanho original, e o outro (READ, de relative element address designate) capaz de compactar imagens para seis a 12 por cento do original; trata do uso de senhas de proteção e do polling, de modo que as estações receptoras possam solicitar a transmissão quando necessária. Grupo 4: um padrão mais novo; suporta imagens de até 400 dpi; compactação de dados baseada em uma linha inicial de pixels (pontos brancos), sendo cada linha sucessiva codificada sob a forma de uma série de alterações a partir da linha anterior, capaz de compactar imagens para três a dez por cento do original; não inclui informações para correção de erros na transmissão; exige uma linha telefônica ISDN (Integrated Services Digital Network), em vez de uma linha discada.

 
CCITT V series CCITT, série V

Um conjunto de recomendações desenvolvidas pelo Comité Consultatif Internationale Télégraphique et Téléphonique com a finalidade de padronizar o projeto e o funcionamento dos modems. A série completa contém recomendações sobre sinalização, codificação e características de circuitos eletrônicos, além dos modems. As normas mais relevantes para os usuários de computação serão descritas resumidamente a seguir com base nos modems a que se referem.

 
CCITT X series CCITT, série X

Um conjunto de recomendações adotado pela ITU-T (International Telecommunication Union Telecommunication Standardization Sector), ex-CCITT, e pela ISO para a padronização de equipamentos e protocolos usados em redes de computadores de acesso público e privados. Algumas das recomendações da série X incluem o seguinte:

 
ccNUMA

Acrônimo de Cache-Coherent Non-Uniform Memory Access. Uma tecnologia que permite a conexão de muitos sistemas de processamento simétrico através de equipamentos de alta velocidade e de elevada largura de banda, de modo que todos funcionem como uma só máquina. Ver também symmetric multiprocessing (multiprocessamento simétrico).

 
CCP

n. Acronym for Certificate in Computer Programming. A senior-level programming credential awarded by the Institute for Certification of Computer Professionals to individuals who pass an extensive set of programming examinations.

 
cd

Acrônimo de change directory. Em programas clientes MS-DOS, UNIX e FTP, o comando que altera o diretório atual para o diretório cujo caminho acompanha cd no comando. Ver também directory (diretório); path (caminho – definição 5).

 
CD

1. Acrônimo de Carrier Detect, um sinal enviado pelo modem ao computador, com a finalidade de indicar que o modem está online. Ver também DCD. 2. Acrônimo de compact disc. Ver também CD-I; CD-ROM; compact disc (disco a laser).

 
CD burner gravador de CD

Ver CD recorder (gravador de CD).

 
CD Plus

Um formato de codificação de CD-ROM que permite a mixagem de gravações de áudio e dados de computador no mesmo CD, sem a possibilidade de o equipamento de áudio ser danificado pela tentativa de reproduzir os trechos contendo dados.

 
CD recorder gravador de CD

Um dispositivo usado para gravar CD-ROMs. Como um disco só pode ser gravado uma vez nessas máquinas, elas são usadas principalmente para criar CD-ROMs destinados ao arquivamento de dados ou para produzir CD-ROMs cujo conteúdo pode ser duplicado e distribuído. Também chamado de CD-R machine (gravador de CD);CD-ROM burner (gravador de CD-ROM). Ver também CD-ROM.

 
CD Video

n. See CDV (definition 2).

 
CD-E

Ver compact disc-erasable (CD apagável).

 
C

C
 
CERTIFICADO DIGITAL

Conjunto de dados fornecidos pela autoridade certificadora, que garante autenticidade, privacidade e inviolabilidade à comunicação em rede, conferindo, por isso, validade jurídica aos documentos e transações comercias realizadas pela Internet. Compõe-se de um par de chaves complementares, usado durante a criptografia dos dados. Instalado no browser e no programa de correio eletrônico do proprietário do certificado digital, contém as seguintes informações: chave pública, nome e endereço de e-mail do titular do certificado, data de validade da chave pública, identificação e assinatura digital da autoridade certificadora e número de série do certificado.
 
.cf

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na República Centro-Africana.

 
.cg

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado no Congo.

 
.ch

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Suíça.

 
.ci

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Costa do Marfim.

 
.cincinnati.oh.us

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Cincinatti, Ohio, Estados Unidos.

 
.ck

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado nas Ilhas Cook.

 
.cl

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado no Chile.

 
.cm

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Camarões.

 
.cn

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na China.

 
.co

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Colômbia.

 
.columbus.oh.us

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Columbus, Ohio, Estados Unidos.

 
.com

1. No DNS (Domain Name System) da Internet, o domínio de alto nível que identifica endereços operados por organizações comerciais. O nome de domínio .com é mostrado como um sufixo no final do endereço. Ver também DNS (definição 1); domain (domínio – definição 3). Comparar com .edu; .gov; .mil; .net; .org. 2. No MS-DOS, a extensão de arquivo que identifica um arquivo de comando. Ver também COM (definição 3).

 
CPU (O Processador)

É o "cérebro" do PC pois além dele ser o responsável pelo funcionamento do computador, a sua velocidade de processamento é responsável pela velocidade/lentidão das principais tarefas executadas no micro.
.cr

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na Costa Rica.

 
.cs

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado na antiga Tchecoslováquia.

 
C shell

Uma das interfaces de linha de comando disponíveis sob o UNIX. O C shell é muito útil, mas não faz parte de todos os sistemas.

 
.cu

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço localizado em Cuba.

 
.cv

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço geográfico localizado em Cabo Verde.

 
.cy

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço geográfico localizado no Chipre.

 
.cz

Na Internet, o domínio geográfico principal que identifica um endereço geográfico localizado na República Tcheca.

 
C + +

Uma versão orientada a objetos da linguagem de programação C, desenvolvida no início da década de 1980, por Bjarne Stroustrup, nos Laboratórios Bell, e adotada por diversos criadores de software, inclusive a Apple Computer e a Sun Microsystems, Inc. Ver também C; object-oriented programming (programação orientada a objetos, programação baseada em objetos); Objective-C.

 
C 2

O nível de segurança mais baixo da hierarquia de critérios do U.S. National Computer Security Center para sistemas de computador confiáveis. Exige que o logon do usuário seja efetuado com senha e dispõe de um mecanismo para auditoria. O nível C2 é delineado no Livro Laranja. Ver também Orange Book (Livro Laranja – definição 1).

 
C

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