Recife, 10/04/2006
 
 
 
Dicas para a conservação de seu automóvel
Como evitar gastos desnecessários com peças e serviços

Embreagem
Muitos brasileiros deixam o pé apoiado sobre o pedal da embreagem quando dirigem. É um dos vícios mais comuns e difíceis de serem superados. As alavancas desse sistema são responsáveis por multiplicar o peso aplicado sobre o pedal de oito para 400 quilos e separar o disco de embreagem do platô. O pé constantemente apoiado sobre o pedal acelera o desgaste do disco, molas e rolamentos em até 40%.

Banguela
Pensando em economizar, alguns motoristas deixam o carro em ponto morto nas descidas. Mas nos veículos que têm injeção eletrônica, essa prática aumenta o consumo, além de sobrecarregar o sistema de freios, que não poderá contar com o freio motor para auxiliá-lo.
Mão na alavanca
Dirigir com a mão sobre a alavanca de marchas força o trambulador (peça fundamental na ligação entre o câmbio e as engrenagens da transmissão) e seus terminais, que podem desgastar-se excessivamente.
 

Estacionamento
Apoiar o pneu no meio-fio faz com que ele sofra a pressão do peso do veículo, gerando uma deformação na estrutura, alterando a capacidade de resistência e uniformidade do pneu, além de afetar as condições de balanceamento do conjunto rodas/pneus.

  Alagamento
Passar por trechos alagados pode ser bastante oneroso para o proprietário do carro. Caso o motor aspire água em vez de ar, provoca o calço hidráulico. Exemplo: como o pistão recebe água, que não se comprime, pode travar o motor e entortar as bielas, danificando-as seriamente. Portanto, evite passar por locais alagados quando a água ultrapassar a metade da roda.
 

Suspensão
Ao ver um buraco na estrada alguns motoristas têm a péssima mania de frear bruscamente. Com a roda travada, o impacto é muito maior, pois sobrecarrega a suspensão e o próprio sistema de freios. A roda venceria este obstáculo, muito mais facilmente, se estivesse em movimento.

Quebra-molas
O mau hábito de passar em uma lombada transversalmente (cada roda de uma vez). Essa prática pode danificar as buchas de suspensão, amortecedores e rolamentos. Além disso, provoca maior torção da carroceria, o que pode empenar o monobloco.
Não esquente
Veículos com injeção eletrônica não precisam ser aquecidos antes de entrar em movimento, pois o sistema programa a lubrificação e a mistura ar/combustível. Além disso, proporciona o desempenho adequado mesmo com o motor frio.
 

Fonte: Encarte da HC Pneus e GoodYear

 
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